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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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23.04.09

Um novo e maior de todos os “apocalipses”

Rui Luzes Cabral

 

Cartoon: Público (P2), 18 de Abril de 2009

A sociedade actual assenta economicamente no consumo. Se não se comparem carros, televisões, computadores, calçado, roupa, cremes, preservativos, bicicletas, livros, carne, está tudo “estragado”. Se não se for de férias, se não formos a restaurantes, a hotéis, cafés, todos “berram” e é um “ai jesus” colectivo porque pouco se vende. Para quando um sistema assente noutro paradigma, em que os pressupostos sejam outros. Aqui há uns anos, é sabido, a dependência não era tão grande do consumo mas com o aumento daquilo a que alguns chamam qualidade de vida, as coisas têm-se deteriorado quando há uma crise à vista, logo redução do consumo.

 
Não haverá outra forma de subirmos no degrau civilizacional para outro patamar? Algo terá que se passar muito em breve pois a redução do consumo afecta sempre quase sempre os mesmos, os pobres, e protege os mais abastados ou se não protege, não os afecta muito. É diferente perder 5.000 euros a quem tem 10.000 ou a quem tem 250.000.
Os políticos se não souberem compreender os novos sinais, ou seja, a ânsia dos pobres, remediados e os da classe média baixa de um “novo mundo” mais equitativo e justo, mergulharão mais cedo ou mais tarde na irrelevância e poderemos estar próximos de um novo e maior de todos os “apocalipses”.

 

19.04.09

O princípio do fim de sanções sem nexo

Rui Luzes Cabral

 

Obama pôs recentemente fim às sanções que limitavam as viagens de cubanos a viver nos EUA para visitar familiares na ilha dos irmãos Castro e anulou também os limites de envio de dinheiro. Fidel Castro que tem elogiado imenso o novo inquilino da Casa Branca, achou ainda pouco as medidas e espera ver durante a sua vida o embargo retirado. Pela forma como Obama tem agido em várias áreas em cerca de três meses que leva de governação indicia que essa aberrante medida cairá em breve. Afinal onde está a liberdade, quando muitos querem vender e não podem, só por questões ideológicas, estratégicas e políticas? Os chineses também são comunistas e a eles os EUA não procederam da mesma forma.

 

31.10.08

A extrema injustiça em forma de lei

Rui Luzes Cabral

 

A imoralidade de uma exigência que desde sempre aconteceu e agora é alvo de reforço no Orçamento de Estado para 2009 com medidas ainda mais punitivas para, a meu ver, quem não cometeu ilegalidade alguma.
A grande parte do tecido empresarial português assenta nas PME’S, aquelas que têm mais dificuldades para receber o que têm direito e pagar as suas obrigações. Apertando mais esse “sufoco” do pagamento do IVA sem recebimento da respectiva factura que o taxa, em vez de ajudar, facilitando o crescimento económico e com isso diminuindo o desemprego, encaminha muitas para a falência ou para manigâncias desnecessárias. Ainda para mais, quando em muitas situações é o Estado a cobrar o valor de uma factura que ainda não foi liquidada pelo próprio Estado. É como que alguém estar a pagar a renda de uma casa sem assinar contrato e sem lá viver.
Porque é que não se muda a taxação do IVA da factura para o recibo como acontece em alguns países?
Um partido socialista deveria ser sensível a estas questões. Não é ao Estado enquanto máquina burocrática e legisladora que as normas ou leis devem servir. É aos cidadãos que o compõem.
Imagem: Notícia PÚBLICO de ontem, pág. 30
30.10.08

Parece que é mau "distribuir a riqueza"

Rui Luzes Cabral

Republicanos acusam Barack Obama de ser Socialista e de querer “distribuir a riqueza.”

 
Comentário I: Parece que nos EUA é tão negativo ser socialista como no Iraque ou no Irão ser Cristão.
 

Comentário II: Então “distribuir a riqueza” é algo assim tão chocante e inadmissível que assuste algumas pessoas? Eu sempre pensei que sustentar políticas que não diminuam a pobreza é que é de temer...

28.10.08

REPENSAR A ESQUERDA

Rui Luzes Cabral

"Eis a que nos conduz o espírito do tempo, se queremos vencer a crise e substituir o sistema. Não se trata, como sugeriu o Presidente Sarkozy, de "destruir o capitalismo financeiro e especulativo e punir os responsáveis" para "refundar outro capitalismo", ou seja: a mudança necessária para que tudo fique na mesma. Trata-se de algo mais simples e concreto: manter a economia de mercado, introduzindo-lhe regras éticas e jurídicas estritas capazes de assegurar a justiça social, numa nova ordem político-económica mundial que tenha como objectivos: erradicar a pobreza, no plano internacional, reduzir drasticamente as desigualdades, encerrar os paraísos fiscais, centros principais de especulação, punindo os traficantes e os especuladores financeiros e voltando aos valores éticos. Reforço do Estado, das instituições internacionais (começando pelas herdadas de Bretton Woods, o FMI e o Banco Mundial, que devem ser integradas na ONU, bem como a Organização Mundial do Comércio)." Extracto do artigo de Mário Soares, hoje no DN, que pode ler aqui

27.10.08

Mais vale tarde que nunca

Rui Luzes Cabral

Allan Greenspan, ex-presidente da Reserva Federal Norte-americana, reconheceu agora que andou enganado toda a vida por ter acreditado que a economia de mercado não precisaria de regulação dos Estados para funcionar correctamente.

 

Como é que é possível alguém acreditar em tal coisa, sabendo-se ao mesmo tempo como age e pensa o ser humano? Eu nunca acreditei nisso, por isso sou de esquerda, daquela que não acredita nisso.
06.09.08

Guterres, o Socialista

Rui Luzes Cabral

António Guterres, Alto-Comissário da ONU para os Refugiados (ACNUR) vai lançar um programa pioneiro no mundo para angariação de fundos para os que mais sofrem com a guerra ou com as catástrofes naturais, envolvendo inicialmente empresas portuguesas. O homem que lançou o Rendimento Mínimo Garantido em Portugal para apoio dos mais necessitados continua empenhado em proporcionar aos outros uma vida mais condigna. Abaixo extracto do jornal Público de 4 de Setembro, pág. 6, com a notícia completa.

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