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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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01.03.15

Presidenciais

Rui Luzes Cabral

Presidenciais.JPG

 

A - António Guterres é o meu candidato favorito para se candidatar a Presidente da República nas próximas eleições. É óbvio que também o gostaria de ver como Secretário-Geral da ONU. Uma pessoa boa e séria como ele é tem sempre perfil para estes cargos…

B - Por outro lado, confesso que, independentemente das capacidades profissionais de António Vitorino não lhe reconheço grandes méritos políticos, apesar  de ter passado de forma muito rápida pela política. Dentro ou fora do exercício de cargos públicos em Portugal como Ministro ou na Europa como Comissário, sempre no seu discurso deixou transparecer que não é a política o seu grande amor e que o mundo da gestão privada e da advocacia são mais rentáveis para ele. Espero que ele escolha o que o realiza mais…

C - Na impossibilidade de António Guterres, quem estava no passado recente mais bem colocado para o cargo na área socialista era António Costa, mas agora também não pode ser pois teve de se candidatar a Secretário-Geral do Partido e assim ser candidato a Primeiro-Ministro. É que com António José Seguro as sondagens não descolavam…

D – Neste momento são vários os nomes lançados à esquerda para se ver a reação dos eleitores, nomes de figuras secundárias da vida política, facto que leva a que o vencedor possa não ser aquele que o Partido Socialista apoie.

E – Eu como gosto de pensar pela minha cabeça e já votei em nomes que o PS não apoiou estou à vontade nesta matéria.

F – Apresentem-se os candidatos que eu farei a minha reflexão…

10.11.14

As palavras de Cavaco Silva sobre o falhanço da PT

Rui Luzes Cabral

Cavaco Silva disse hoje o seguinte: “Eu penso que é legítimo, apesar de se tratar de uma empresa privada e brasileira, é legítimo, pelo menos, fazer uma pergunta: o que é que andaram a fazer os acionistas e os gestores desta empresa. É, pelo menos, esta pergunta que os portugueses têm o direito de colocar”.

 

Bem, é fácil responder a esta questão e ele também saberá parte da resposta se pensar um bocadinho. Se os governantes dos últimos 30 anos não privatizassem as empresas que são a espinha dorsal do Estado nada disto acontecia. Venham lá os liberais que quiserem, com as teorias mais modernas que não me convencem de que o Estado só é um verdadeiro Estado se controlar os sectores mais importantes de um país. E não me venham com a ideia estapafúrdia de que ao Estado basta ser regulador. Essa é a maior mentira quando se quer convencer alguém que não tem poder a pensar que o tem. Os mercados geralmente não funcionam bem, ou melhor, só funcionam bem para os bolsos de alguns. Se os mercados funcionassem bem viveríamos numa sociedade muito mais equilibrada, mas aos mercados, palavras como equilíbrio, solidariedade e equidade não são palavras reconhecíveis. Os mercados só conhecem a palavra lucro. Ao Estado não se pode exigir as regras dos mercados, antes as regras da solidariedade social. Para os mercados as pessoas são números de uma folha de excel, para o Estado as pessoas devem ser cidadãos de plenos direitos e cumpridoras dos seus deveres…

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=4230640

 

23.03.14

"O triunfo dos falhados" por Vasco Pulido Valente

Rui Luzes Cabral

Há em Portugal um pequeno grupo de indivíduos que Portugal quer desesperadamente ouvir sobre o futuro. Este grupo passa hoje a vida na televisão e nos jornais, com ou sem espaço próprio, e, fora disso, é fatal em qualquer conferência, encontro, simpósio ou debate que por aí se faça na universidade e nos partidos.


Quem são os génios que adquiriram um prestígio que vai do povinho iletrado da TVI, da RTP ou da SIC, às maiores sumidades do país? São, como seria de calcular, os ministros das Finanças que magistralmente nos levaram à bancarrota e à miséria. Não sei ou não percebo por que razão esse fracasso lhes deu uma autoridade para falar sobre o desastre a que presidiram. Mas que deu, com certeza que deu; e eles, assoprados pela sua importância, não se importam de o usar.


Tirando Cadilhe, que tem juízo, e Sousa Franco, que já morreu, a espécie não se poupa. Vítor Gaspar, Teixeira dos Santos, Bagão Félix, Manuela Ferreira Leite, Catroga, Cavaco (que não se demitiu do seu penacho de economista lá por ser primeiroministro e Presidente da República), nenhum deles pára. Acordamos com os conselhos da seita, adormecemos com as suas profundas profecias. O facto de quase sempre se enganarem e de sempre revelarem com emoção e tremor aquilo que é óbvio para toda a gente não os perturba, nem perturba o público que os venera e ouve. A felicidade da vida deles não se explica: entram com foguetes, “governam” no meio de uma contínua gritaria e saem (enquanto não entram em grandes lugares) para uma espécie de nuvem, donde arengam as massas e criticam com azedumeos predecessores.


Quem não inveja este extraordinário estatuto? Nem uma alminha lhes pede responsabilidades, nem um miserável inspector (e centenas trabalham para as Finanças, perseguindo o pequeno trafulha) recebe a melancólica incumbência de examinar o que eles fi zeram ou não fi zeram. O Parlamento, na sua incurável e perpétua desordem, não se interessa muito pelo passado. Os ministros, que espatifaram o nosso dinheiro ou consentiram que ele se espatifasse, podem por isso gozar, sem sequer uma estadia no purgatório, de uma doce existência, que a Pátria acha que eles merecem. O Presidente da República e o primeiro-ministro pretendem que “lá fora” nos levem a sério. Mas se “lá fora” alguém olhar com atenção para a lista dos nossos ministros das Finanças, conclui com certeza que este é um país burlesco.

 

Vasco Pulido Valente, Público, 23 Março 2014

22.03.14

"A sociedade de mercado" por Vasco Pulido Valente

Rui Luzes Cabral

Já leu o livro “O que o dinheiro não pode comprar” (não sei se está traduzido em português)? Se não leu, leia. O livro é de Michael J. Sandel, professor de Harvard e, segundo dizem, “o maior filósofo vivo”. A tese de Sandel é simples e coincide com o espírito do tempo: há valores que o mercado diminui ou perverte. Comecemos pelo caso mais simples. Se alguém compra um amigo, não fica em última análise com um amigo, porque a amizade não pode ser objecto de compra. Se alguém resolve seduzir um homem ou mulher com modelos de cartas que tirou da Internet (de resto, uma velha invenção), falhará no momento em que a burla se tornar pública. E o mesmo se aplica aos pais que “compram” os filhos com condescendência e com dinheiro; ou com os políticos que pedem votos com promessas falsas. O mercado deturpa ou anula a intenção e faz com que ela falhe.

 

Outros casos menos nítidos. Saltar a “bicha” ou a fi la, como hoje se diz, comprando bilhetes mais caros na candonga ou alugando à hora quem espere em lugar do próprio, enfraquece essencialmente o civismo de uma sociedade. O gosto por um cantor, imaginemos por Tony Carreira, não se deve medir pelos rendimentos de cada um. E o que não admira que se passe com Tony Carreira ou, por exemplo, com um jogo do Benfica, acaba por se tornar dramático se um dia se alargar às listas de espera da medicina privada ou da grande advocacia. Pior ainda: nada impede o incentivo, tão caro aos teóricos do mercado, de se introduzir em áreas até hoje intocáveis. Pagar a um adolescente 5 euros por livro que lê, não prejudica para toda a vida o prazer da leitura? Ou pagar a uma mulher para ter ou não ter filhos? Ou adquirir ao Estado, através da corrupção, privilégios que ninguém legalmente consegue?

 

Estes mercados, na verdade negros, talvez sejam eficientes no sentido económico da palavra, mas pouco a pouco eliminam qualquer senso moral no cidadão comum. Vender o nome não é melhor. Um benfiquista gostava que o Estádio da Luz se começasse a chamar Estádio da PT? Um lisboeta gostaria que a estação de metro do Chiado recebesse o nome de Samsung? E um portista que a Torre dos Clérigos se tornasse na Torre Volkswagen? E Portugal inteiro não se importaria se o governo começasse a vender o nome de escolas, monumentos, praças, ruas, mesmo uma cidade ou outra a marcas comerciais, como sucede na América? Sangel não é com certeza “o maior filósofo vivo”. Mas descreve a sociedade de mercado que se aproxima e que é, essa sim, um perfeito inferno.

 

Vasco Pulido Valente, Público, 22 Março 2014

16.01.12

MIGUEL RELVAS E A “JUVENTUDE DA MOBILIDADE”

Rui Luzes Cabral

 

“Nós investimos significativamente ao longo dos últimos 20 anos numa geração, apostamos nela, demos-lhes condições, preparamos-lhes para o futuro, demos-lhes os instrumentos e as ferramentas, para que, pudessem ser úteis à sociedade e, hoje não lhe demos aquilo que eles precisam, que é emprego. Preparamos, investimos na formação e na educação e, hoje não somos capazes, pela circunstância em que estamos, de lhes dar oportunidade de serem úteis à sociedade.

 

E essa mesma juventude, gente bem preparada, que hoje não vive com a expectativa, que foi isso que eu senti em Moçambique, não vi nenhum usar a palavra saudade, não vi. Também fiquei com a sensação que a pátria deles é o momento onde estão, a circunstância em que estão.

 

Esta juventude de hoje é uma juventude da mobilidade.”

 

Miguel Relvas, proferiu estas palavras a semana passada, pensando que elas seriam uma lufada de modernidade e verdade no discurso político português, tentando encontrar em tais afirmações justificativo para pacificar o ambiente pessimista que se vive. Mas o que originou, foi insistir no erro de fazer crer aos portugueses que sair de Portugal é uma das poucas alternativas para os nossos jovens e para os nossos desempregados. Mudem-se algumas políticas no país e na Europa que, decerto, existirão melhorias para as pessoas. O poder económico não pode mandar em tudo, inclusive na política…

 

1 - Se Miguel Relvas não fosse um destacado político, agora com a responsabilidade que o cargo de Ministro lhe confere, não me causaria incómodo de monta. Mas vindo deste senhor, braço direito de Pedro Passos Coelho, a coisa muda de figura, como diz a nossa gente. É que uma pessoa investida deste cargo governamental, não pode, ceder a esta análise comum e ligeira, empurrando para os outros aquilo que compete, em primeira instância, à classe política. Admitir que não temos esperança a dar aos nossos jovens é o primeiro passo para não acreditarmos no país. E um governante nunca deve deixar de o fazer, pois quando o exterioriza contamina todos os governados, fazendo com que eles sejam atingidos por um baixa de “rating” emocional e social para superarem as adversidades do presente com que se confrontam. Os políticos devem injectar confiança e esperança na sociedade e, devem fazer tudo por tudo para encontrarem as melhores soluções para a resolução dos problemas que vão surgindo.

 

2 - Este Governo está em funções à cerca de seis meses e, ainda não vimos sinais animadores que nos indicie que estão a superar a crise de valores que atravessamos. Quis-se em primeiro lugar fazer crer que Portugal, como Estado, falhou e, depois quis-se colocar todo o ónus desse falhanço numa única pessoa: José Sócrates. Ambas as análises estão erradas e, nada mais há de verdade na prova que assim não é, que nem Portugal é um Estado falhado, nem José Sócrates é o grande responsável pelo momento menos bom que atravessamos. Se este Governo fosse mais sério, não insistiria nesta receita obsoleta e trapaceira. Basta olhar para a Europa e para o mundo para se perceber que nem Portugal é um Estado falhado, nem Sócrates o seu coveiro. Vivemos, isso sim, diante de um momento colectivo difícil, que pode ser a fronteira para um novo mundo ou o retrocesso a um outro que já não interessa. Pelo menos parece que agora já existe crise internacional, coisa que na campanha passada não existia para os actuais governantes.

 

Precisávamos de mais. Precisávamos que as políticas deste Governo PSD/CDS não fossem as que estão à vista, continuando o país a navegar praticamente nas mesmas águas dos últimos anos. Ou talvez em águas mais turvas. E que navegação é essa? Nomeações partidárias descaradas; favorecimento de grandes grupos económicos; peso excessivo da banca nos meios de decisão política; contínua privatização de setores chave da economia; pouca aposta nos nossos meios produtivos; ausência de políticas concretas e revolucionárias para a nossa agricultura, floresta e pescas; falta de respostas para a sustentabilidade das PME’S; insistência no erro de resolver os problemas estruturais do défice com receitas extraordinárias e com a subida de impostos; excessiva proteção de diversas classes sociais e grupos de interesse bem enraizados na sociedade…

 

Se perante este amorfismo a solução é emigrar, deverá ser cada cidadão a reflectir e a decidir o que mais lhe convém. Agora, ser um Ministro a endereçar o convite e repetir o erro que já tinha sido cometido pelo Primeiro-Ministro e por um Secretário de Estado, até leva a pensar que além da estratégia do pastel de nata do Ministro Álvaro, esta de emigrar é a outra grande fórmula para o sucesso do país. Sinceramente…

 

3 – “hoje não lhe demos aquilo que eles precisam, que é emprego.” Pois não, é que muitos dos políticos andaram mais preocupados com os seus empregos futuros e com os empregos dos seus amigos e familiares que não tornaram as estruturas do Estado capazes de enfrentarem as exigências do século XXI. Claro que também têm existido boas políticas e uma parte significativa das pessoas que estão na política são sérias e generosas, no entanto, não têm sido suficientes para tornar o país menos injusto. Somos na Europa, um dos países em que a diferença entre ricos e pobres se acentua mais.

 

4 – “não vi nenhum usar a palavra saudade, não vi.” Não viu mas devia ter ouvido, porque nós somos do país da saudade, do país do fado. E independentemente disso, quem não se sente não é filho de boa gente, como diz o nosso ditado. Todo aquele que não sente saudade do seu país não faz parte dele. Isso é preocupante para o nosso futuro colectivo e deveria ser motivo de preocupação para Miguel Relvas e, não de orgulho, como pareceu ser.

 

5 – “a pátria deles é o momento onde estão, a circunstância em que estão.” O que é que quereria dizer Miguel Relvas com esta afirmação? Que Portugal não é uma Nação, é simplesmente um Estado? Um Estado que agora, até é mais Estado/Empresa, gerido pelo mercado e suas leis, emanadas, não do poder político mas de grupos económicos poderosíssimos que actuam sem serem escrutinados pela democracia do voto popular? Se assim é, ele tem razão. Mas então, má sorte a nossa, que depositamos nestes governantes esperança para zelarem pelo nosso destino colectivo. A nossa pátria deve ser só uma e isso não choca nada com o sítio do mundo onde possamos estar. Querer desenraizar as pessoas da sua história, da sua cultura, da sua língua e das suas crenças é um mau serviço que se presta. Um “político” destes não merece o lugar que ocupa.

 

Miguel Relvas talvez não saiba que Portugal não é só um Estado. Portugal é um dos mais antigos Estado/Nação e a Nação é o que nos une e foi sempre o que nos fez sermos grandes. Os descobrimentos fizeram-se pela pátria, para resolver os nossos problemas, nunca esquecendo quem somos, o que fomos e o que poderíamos ser. Entre outros autores e pensadores, aconselho Miguel Relvas a ler o padre António Vieira, Camões, Fernando Pessoa, Agostinho da Silva e Eduardo Lourenço para entender Portugal e o quão errada é a sua análise e a sua ideia sobre o que precisamos para sermos maiores.

 

6 - “Esta juventude de hoje é uma juventude da mobilidade.” Pois é Sr. Ministro, deveríamos todos lutar para que o não fosse tanto e, deveríamos contar com os políticos para ajudar a mudar esta fatalidade. Não nos resignemos em demasia à mobilidade, pois isso, levado ao exagero, enfraquece os direitos das pessoas, torna-as frágeis no emprego, desenraíza-as da sociedade local, torna os laços familiares mais ténues e torna o mundo cada vez mais impessoal e mais violento. Em contrapartida, precisamos de mais humanismo, mais estabilidade, mais contacto pessoal, mais associativismo, mais sociedade…

 

A mobilidade trás impessoalidade, desconhecimento, precariedade e indiferença. E a política deveria trazer confiança, esperança, estabilidade e qualidade de vida. E não palavras como as que proferiu Miguel Relvas.

 

Rui Luzes Cabral

15 de Janeiro de 2012 – 01:42

02.09.11

Passos a Passos (por Fernanda Câncio)

Rui Luzes Cabral

"Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução."

"Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa."

"Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias."

"Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou."

"Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas."

"O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa."

"Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos."

"Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos."

"Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos."

"Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado."

"Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal."

"O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando." "Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa."

"Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas."

"Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português."

"A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento."

"A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos."

"Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota"

"O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento."

"Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate."

"Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?"

 

Conta de Twitter de Passos Coelho (@pedropassoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010. O último tuite transcrito é de 5 de Junho de 2011

 

rectificação: a conta de passos coelho é @passoscoelho e não, como por lapso refiro no dn, '@pedropassoscoelho'.

 

e nova rectificação: o último tuite transcrito por mim é de 1 de junho -- e, ao contrário do que pode ser o entendimento de quem lê, não é o último tuite citado no texto, mas o último em ordem cronológica. querendo ser mais precisa, criei a confusão, pelo que peço desculpa aos leitores.

 

por qualquer motivo, confundi 1 de junho com 5 de junho, o que é duplamente idiota, já que nem poderia, em princípio, haver tuites de passos coelho a 5 de junho, por um motivo simples: tratou-se do dia das eleições. mais uma vez, as minhas desculpas.

 

também no dn a nota final foi rectificada.

 

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Texto retirado de: http://jugular.blogs.sapo.pt/2836791.html

Artigo também publicado no Diário de Notícias de hoje

 

31.08.11

Mais uma vez a política ajoelhada à alta finança, aos senhores do dinheiro

Rui Luzes Cabral

 

Vitor Gaspar disse hoje sobre a TSU que o “Governo preferiria uma descida só para a indústria transformadora e para o sector do turismo. Mas esta possibilidade é incompatível com o direito comunitário". Nunca concordei com esta mexida neoliberal pois não é isso que vai alavancar a economia, muito menos criar empregos. Uma descida desta taxa só ajuda os “senhores empregados” Belmiro, Amorim, entre outros…

 

Descer a TSU para pequenas e médias empresas com facturação anual até 1.000000 de euros justificava-se, mas pelos vistos a Europa não deixa. Enfim, mais uma vez a política ajoelhada à alta finança, aos senhores do dinheiro.

 

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