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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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27.08.11

Artigos de Miguel Esteves Cardoso

Rui Luzes Cabral

Dois artigos de Miguel Esteves Cardoso, um em Agosto de 2010, o outro este Agosto. O do ano passado é de uma profundidade própria, de, quando em férias reflectimos sobre o que somos. Momentos de paragem. O deste ano é também característico de férias, mas de cariz superficial, em jeito de jogo de palavras e momentos mais desprendidos de que são, também, feitas as férias. Quem como ele escreve todos os dias, há dias em que o que diz merece ser lido novamente.

 

 

 

  Público, 2 de Agosto de 2010, página 31

 

 

 Público, 16 de Agosto de 2011, página 31

22.08.11

É uma perda de tempo...

Rui Luzes Cabral

(…) O tempo dito desperdiçado – esperando que aconteça o que se quer ou se previu ou planeou, anunciando-se ou não – é, afinal, um tempo vivido plenamente, de ansiedade e de desejo até. A verdade é que a certeza que vamos todos morrer nada ensina nem adianta àqueles que prezam cada dia por continuarem vivos apesar de tudo. É uma perda de tempo. Miguel Esteves Cardoso, Público, 19 de Agosto de 2011, página 33.

18.08.11

Há muita beleza em certos pormenores, frases e sentimentos…

Rui Luzes Cabral

"Alguma coisa o emocionou, recentemente?

Não recentemente. Mas houve uma viagem ao Irão… Persépolis é uma emoção. Mas a arquitectura antiga é fácil. O tempo faz muitas coisas. Para dizer algo de novo, que me tenha emocionado, tenho de falar da igreja do Siza no Marco de Canavezes (1996). Ver as portas abrirem na missa inaugural (foi emocionante), ver o cenário habitado." Fim da entrevista de Souto Moura ao Público, suplemento P2 , página 8, 31 de Março de 20011.

05.09.10

"É a repetição que seca a inspiração"

Rui Luzes Cabral

"O perigo mais grave, talvez, que temos de enfrentar na vida é o dia-a-dia. É a rotina que esfria o coração. (...) É a repetição que seca a inspiração." Padre Alberto Azevedo (1926-2010).

 

COMENTÁRIO: Por isso, nada melhor para a saúde da democracia e da política, haver mudanças de vez em quando. E, ainda há sítios onde isso tarda em acontecer. O povo nem sempre acompanha com a rapidez necessária as exigências da modernidade, do progresso sustentável e do respeito, que cada vez se exige com maior humanismo para todos.

 

Este padre de Braga, disse também em 1996 em entrevista ao Público que "Nunca se esqueçam de dizer isto no jornal: que a política é das coisas mais belas, mais nobres da vida, este pôr em questão, este quebrar os muros de silêncio entre as pessoas, a vida cívica, o participar."

 

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