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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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21.07.11

Roubaram o menino...

Manuel Alberto Pereira

Faz parte do nosso imaginário de crianças.

Era uma peça de arte em bronze, do escultor Sousa Calda, foi roubada esta semana.

A peça em bronze datada de 1930, representava uma criança desnuda a apertar flores, encontrava-se no jardim da Praça José da Costa e, provavelmente, já estará (algures) fundida.

Ficámos mais pobres e mais nús...

18.01.10

Investimentos do QREN

Manuel Alberto Pereira

Google earth - Vale do Caima, "Açude das Penas" - Palmaz

O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) é sem dúvida uma das últimas oportunidades de Portugal se poder "aproximar" dos seus parceiros europeus, investindo na melhoria dos seus recursos, humanos e naturais.

Entre nós, são vários os investimentos que terão o seu apoio, sendo um deles a requalificação das margens do Rio Caima em Palmaz, onde outrora milhares de forasteiros usufruiram das suas águas e sombrosas margens.

Com o passar dos anos, a degradação é óbvia e a beleza que ainda resta tem sido "abandonada", pelo que este investimento é bem vindo e esperemos que seja devidamente rentabilizado. Porém, persistem dúvidas pois ali mesmo ao lado labora uma a pedreira a céu aberto, como se pode ver na imagem.

Por isso, cá ficam as perguntas: Com tantos "milhões" investidos nas margens do Caima, iremos continuar com a montanha "esventrada"? Será compatível um  Vale "mutilado" com uma zona turística que se quer de qualidade?

07.01.10

Arouca candidata o Rio Caima às 7 maravilhas de Portugal

Manuel Alberto Pereira

 

 Moínho no Rio Caima, em Palmaz, Jan. de 2009

Portugal, apesar da sua reduzida área geográfica, possui grande diversidade de características geomorfológicas, pelo que num reduzido espaço territorial podemos apreciar uma impressionante variedade de paisagens.

Aliás, o distrito de Aveiro é bem o exemplo disso mesmo: da Ria de Aveiro até à Serra da Freita, chegando às margens sul do Rio Douro, podemos "calcorrear" inúmeros espaços e apreciar elementos paisagísticos de rara beleza que, à semelhança de tantos outras regiões, nem sempre têm merecido o cuidado do Estado ou dos particulares e são até desvalorizados pela maioria dos cidadãos.

Com a iniciativa "As  Maravilhas de Portugal", pretende-se justamente chamar a atenção para o que nos rodeia e são muitos os municipios que apresentaram várias candidaturas de locais e paisagens a este concurso.

Arouca, pela quantidade e diversidade de locais, é um dos municípios do nosso distrito que maior número de candidaturas apresenta, destacando-se a candidatura que fez do Rio Caima, curso de água que aí nasce, na Freita e que atravessa os municípios de Vale de Cambra, O. de Azeméis e desagua em Alb.-à-Velha.

Deste belo rio, cujas margens e água têm sofridos sucessivos atentados, lembro a  minha infância e adolescência que amadureceram na sombra das árvores e na tranquilidade das suas águas, no Verão, e recordo os cheiros a musgos e as "nervosas" correntes do Inverno.

Espero que esta iniciativa possa servir para que todos os outros municípios, à semelhança de Arouca, percebam a mais valia de uma dávida que a "mãe natureza" lhes concedeu, mas que ainda não souberam devidamente valorizar...

22.06.09

O erro na CULTURA ou a cultura do erro na CULTURA

Rui Luzes Cabral

Extracto de uma notícia no jornal Público de 18 Junho 2009 pág. 5 

Julgo que há uma cultura do erro, no que toca ao investimento na cultura em Portugal. É pensar-se ao estilo da lógica do mealheiro, quando falta dinheiro noutras áreas subtrai-se ao orçamento da cultura. Um erro que se tem mantido sempre, infelizmente.

Eu sei que é preciso alimentar primeiro as pessoas, dar-lhes boas condições de habitabilidade, emprego, segurança, educação…
Mas quem não souber interpretar o que se poderá retirar do investimento (talvez a médio / longo prazo) que a cultura e o património proporcionarão, não estarão certamente a compreender o que reserva o século XXI.
29.10.08

Minas do Rei Salomão

Rui Luzes Cabral

"Eça de Queirós assinou a versão portuguesa de um romance britânico sobre este intrigante tema

Arqueólogos norte-americanos crêem que um local desértico do Sul da Jordânia, Khirbat en Nahas ("ruínas de cobre", em árabe), poderá conter as há muito procuradas minas do rei Salomão, sobre as quais o britânico Sir H. Rider Haggard escreveu em 1885 um romance que viria a ser traduzido e adaptado para português por Eça de Queirós; e por seis vezes transposto para o cinema. As descobertas ultimamente feitas sob a direcção de Thomas Levy, da Universidade da Califórnia, em San Diego, foram esta semana reveladas pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Os investigadores, utilizando técnicas de datação por carbono, conseguiram chegar à conclusão de que ali se produzia cobre no tempo de Salomão, terceiro rei de Israel, no século X antes de Cristo, quando se ergueu o primeiro templo do antigo judaísmo, templo esse que viria a ser destruído pelos babilónios, povo que viveu no território do actual Iraque. Kirbat en Nahas fica a sul do mar Morto, no Wadi (distrito) Faynan do deserto jordano, e já em 2004 estudiosos britânicos tinham falado das concentrações do elemento químico rádon nas antigas minas de cobre que na região eram pela lenda associadas ao rei Salomão, pelo que o que actualmente está a ser publicado nos Estados Unidos poderá, ao fim e ao cabo, não ser assim uma novidade tão grande quanto à primeira vista parece.

Aliás, os recursos de cobre daquela região já eram conhecidos por assírios, egípcios e romanos, julgando-se que por ali existiu a cidade de Phaino (de onde o actual nome de Faynan), tristemente famosa na Antiguidade Clássica pelas terríveis condições de vida dos prisioneiros e dos escravos condenados a trabalhar nas minas, tal como nos foi relatado cerca do ano 300 da era cristã por Eusébio, bispo de Cesareia e precursor da História do Cristianismo.

A Bíblia não fala especificamente de nenhumas "minas do rei Salomão", mas diz que os minérios para a construção do Templo eram da região de Asiongaber, na extremidade setentrional do golfo de Aqaba; o que ao fim e ao cabo não deixa de ir parar ao Sudoeste da actual Jordânia." 
Artigo de Jorge Heitor, hoje no Jornal Público

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