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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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09.01.14

Cultura em pequenas e médias cidades

Rui Luzes Cabral

Um bom artigo sobre a programação cultural de cidades/municípios de pequena e média dimensão que estão longe dos grandes centros urbanos. Perto de nós temos Estarreja e Albergaria que têm apostado bem nesta área. Também Ovar, S. João da Madeira e Águeda estão a tentar encontrar um modelo que dinamize a política cultural destas cidades. Oliveira de Azeméis também anda há anos a tentar encontrar o seu rumo cultural...

16.08.11

Lúcio Flávio Pinto: A Selva é um grande livro da literatura mundial.

Rui Luzes Cabral

Hoje no Jornal Público, suplemento P2, página 4 e 5 chega até nós a história, em jeito de conversa, de Lúcio Flávio Pinto, um brasileiro que vive junto à Amazónia, em Belém do Pará e que há anos luta com coragem para defender aquela terra. Tem uma quinzenal, o Jornal Pessoal que vai fazer 24 anos - http://www.lucioflaviopinto.com.br. Um homem que vive onde um dia esteve o loureirense D. Frei Caetano Brandão (existe uma estátua deste nosso prelado numa praça de Belém). Um homem que considera o livro “A Selva” de Ferreira de Castro um dos maiores no género da prosa.

 

“O meu poeta do coração é Drummond. Mas a Invenção de Orfeu, de Jorge de Lima, é o maior livro de poesia do Brasil.” E poetas da Amazónia? “Max Martins é o maior”. Prosa? “Haroldo Maranhão; Dalcício Jurandir, Milton Hatoun, Ferreira de Castro… A Selva é um grande livro da literatura mundial”. Nunca será de mais dizê-lo, e Lúcio destaca-o sem qualquer problema de distinguir um português, vários aliás. O livro “mais deslumbrante sobre a Amazónia”, diz, é o do Padre João Daniel O Tesouro Descoberto no Máximo Rio Amazonas, escrito no século XVIII.”

 

Já contactei Lúcio Flávio Pinto para trocarmos informações sobre os dois oliveirenses acima referidos, pois são nestes acasos e nesta partilha que aumentamos o nosso conhecimento dos nossos antepassados, da nossa cultura. Espero resposta...

01.09.10

A Obesidade Mental

António Silva

Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada.
Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses na nossa sociedade, a qual está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono. As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.
Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.
Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate. Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados,videojogos e telenovelas.
Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.»
Um dos capítulos mais polémicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma: «O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas.
A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.
O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.
Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy.
Todos dizem que a Capela Sistina tem tecto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve.
Todos acham que Saddam é mau e Mandella é bom, mas nem desconfiam porquê.
Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto.
Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência.
A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil,
paradoxal ou doentia.
Floresce a pornografia, a imitação, a sensaboria, o egoísmo.
Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam.
É só uma questão de obesidade.
O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.
O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.
Precisa sobretudo de dieta mental.»

 

A base do texto foi Escrito por João César das Neves

22.06.09

O erro na CULTURA ou a cultura do erro na CULTURA

Rui Luzes Cabral

Extracto de uma notícia no jornal Público de 18 Junho 2009 pág. 5 

Julgo que há uma cultura do erro, no que toca ao investimento na cultura em Portugal. É pensar-se ao estilo da lógica do mealheiro, quando falta dinheiro noutras áreas subtrai-se ao orçamento da cultura. Um erro que se tem mantido sempre, infelizmente.

Eu sei que é preciso alimentar primeiro as pessoas, dar-lhes boas condições de habitabilidade, emprego, segurança, educação…
Mas quem não souber interpretar o que se poderá retirar do investimento (talvez a médio / longo prazo) que a cultura e o património proporcionarão, não estarão certamente a compreender o que reserva o século XXI.
09.03.09

As construções rurais segundo Vitrúvio

Rui Luzes Cabral

1. Em primeiro lugar tratar-se-á da salubridade. Construindo-se as vilas (casas) tendo em conta a exposição solar, como no primeiro volume foi escrito a respeito do levantamento do recinto das cidades. As suas dimensões devem ser proporcionais ao tamanho da propriedade rústica e à quantidade da produção. Os pátios e as suas medidas serão planeados de acordo com a quantidade de gado, bem como pelo número das juntas de bois que aí for necessário movimentar. No pátio, a cozinha ficará no lugar mais quente. Esta deverá ter junto a si os currais dos bois, cujas manjedouras estarão voltadas para o fogo e para nascente, pois os bois não ficam bravios quando voltados para a luz e para o fogo; mesmo os agricultores desconhecedores da importância da orientação sabem que não convém os bois ficarem voltados para outra que não seja a do nascer do sol. Texto retirado de MACIEL, M. Justino; Vitrúvio, Tratado de Arquitectura Tradução do Latim, Introdução e notas, Instituto Superior Técnico Press, 2006 (pág. 233).

O Livro Tratado de Arquitectura de Vitrúvio foi escrito no Século I antes de Cristo.
07.01.09

Concerto de Ano Novo pela Banda e Orfeão

António Silva

A Banda de Música de Loureiro e o Orfeão de Loureiro realizaram em conjunto um concerto de Ano Novo na noite de 3 de Janeiro, no auditório da Junta de freguesia de Loureiro.

Eu estive lá! O auditório estava superlotado!!

O espectáculo foi extraordinário, uma maravilha, o casamento foi muito feliz entre a banda e o orfeão e o público respondeu à altura do momento, enchendo o referido salão.

A cultura em Loureiro esteve em alta este fim de semana.

O orfeão iniciou o espectáculo com seis canções relacionadas com a época natalícia, ao que se seguiu actuação da banda musical de Loureiro entoando 3 peças.

A banda é composta por muitos jovens, tendo sido investidos oficialmente um conjunto de novos músicos saídos da escola de música da banda.

Na última parte do espectáculo fomos presenteados pela actuação em simultâneo da banda e do coro do orfeão, uma maravilha.

 

Parabéns às colectividades de Loureiro por tão valiosos contributos para a cultura Loureirense.

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