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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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28.08.11

Descoberto navio com 2100 anos na costa da Albânia

Rui Luzes Cabral

"Uma equipa de arqueólogos americanos e albaneses divulgaram, na passada quinta-feira, a descoberta de uma embarcação naufragada, bem preservada e cheia de jarros de vinho, na costa da Albânia, segundo fonte do ‘Extra online’. O navio cargueiro supõe-se que seja datado do século I a.C., tem cerca de 30 metros de comprimento e foi encontrado, próximo da cidade de Vlora, na Albânia, a cerca de 40 metros de profundidade. Muitos dos jarros ou ânforas encontram-se intactos no fundo do mar: “Este é um dos cinco naufrágios antigos que foram descobertos pela nossa equipa no mês passado “, refere o arqueólogo Jeff Royal, da Fundação Náutica RPM.

 

Até 2007, a costa da Albânia e Montenegro encontrava-se inexplorada, até que a fundação RPM tomou a iniciativa de prosseguir com a exploração em busca de objectos arqueológicos submersos. Desde então, nove navios foram descobertos em Montenegro, e oito na Albânia. A origem das embarcações cobre o período entre o século VI a.C. e IV d.C. Três dos naufrágios descobertos nesta temporada estão ligados à indústria de comércio de vinhos, cuja base era onde está hoje a Croácia. Este mercado desenvolveu-se depois da entrada romana na antiga Illyria, uma região na parte ocidental na Península das Bálcãs, e que inclui a actual Albânia." Correio da Manhã online http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/descoberto-navio-de-2100-anos-na-costa-da-albania

10.02.09

Necrópole medieval de Tomar das maiores da Europa

Rui Luzes Cabral

De acordo com notícia recente da agência Lusa / Sol:

"As escavações que decorrem junto à Igreja de Santa Maria do Olival, em Tomar, deram a conhecer a que será a maior necrópole da Europa, em número de enterramentos (3.400) e em área, disseram os arqueólogos que acompanham a obra Arlete Castanheira, responsável da Geoarque Lda., empresa contratada pelo consórcio MRG Lena/Abrantina, que ganhou a empreitada da construção da ponte do Flecheiro e arranjo da zona envolvente, um dos projectos inseridos no programa Polis de Tomar, disse à agência Lusa que, apesar de saberem, desde o início, que existia uma necrópole no local, ninguém «previa que fosse desta dimensão». Ver Notícia completa aqui.

29.10.08

Minas do Rei Salomão

Rui Luzes Cabral

"Eça de Queirós assinou a versão portuguesa de um romance britânico sobre este intrigante tema

Arqueólogos norte-americanos crêem que um local desértico do Sul da Jordânia, Khirbat en Nahas ("ruínas de cobre", em árabe), poderá conter as há muito procuradas minas do rei Salomão, sobre as quais o britânico Sir H. Rider Haggard escreveu em 1885 um romance que viria a ser traduzido e adaptado para português por Eça de Queirós; e por seis vezes transposto para o cinema. As descobertas ultimamente feitas sob a direcção de Thomas Levy, da Universidade da Califórnia, em San Diego, foram esta semana reveladas pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Os investigadores, utilizando técnicas de datação por carbono, conseguiram chegar à conclusão de que ali se produzia cobre no tempo de Salomão, terceiro rei de Israel, no século X antes de Cristo, quando se ergueu o primeiro templo do antigo judaísmo, templo esse que viria a ser destruído pelos babilónios, povo que viveu no território do actual Iraque. Kirbat en Nahas fica a sul do mar Morto, no Wadi (distrito) Faynan do deserto jordano, e já em 2004 estudiosos britânicos tinham falado das concentrações do elemento químico rádon nas antigas minas de cobre que na região eram pela lenda associadas ao rei Salomão, pelo que o que actualmente está a ser publicado nos Estados Unidos poderá, ao fim e ao cabo, não ser assim uma novidade tão grande quanto à primeira vista parece.

Aliás, os recursos de cobre daquela região já eram conhecidos por assírios, egípcios e romanos, julgando-se que por ali existiu a cidade de Phaino (de onde o actual nome de Faynan), tristemente famosa na Antiguidade Clássica pelas terríveis condições de vida dos prisioneiros e dos escravos condenados a trabalhar nas minas, tal como nos foi relatado cerca do ano 300 da era cristã por Eusébio, bispo de Cesareia e precursor da História do Cristianismo.

A Bíblia não fala especificamente de nenhumas "minas do rei Salomão", mas diz que os minérios para a construção do Templo eram da região de Asiongaber, na extremidade setentrional do golfo de Aqaba; o que ao fim e ao cabo não deixa de ir parar ao Sudoeste da actual Jordânia." 
Artigo de Jorge Heitor, hoje no Jornal Público

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