Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Descansem, Deus não anda longe

por Rui Luzes Cabral, em 10.09.08

Não são precisas máquinas, nem grandes teorias, nem procurar muito longe. Apesar de o acelerador de partículas não ter sido criado para provar algo relacionado com a transcendência, há sempre quem queira, em diversas circunstâncias, prová-lo através da ciência.

Por isso a comunicação social vai sempre atrás de comentários. Lança sempre o isco à água. É que a TSF foi hoje confrontar o teólogo Anselmo Borges sobre o que representa a entrada em funcionamento do mega projecto que há cerca de 30 anos anda a ser construído e pensado em território europeu (CERN). O religioso “entende que subsistirão as dúvidas relacionadas com as razões da existência de um Big Bang mesmo após as experiências desta quarta-feira com o acelerador de partículas. Mesmo assim, este estudioso mostrou-se “fascinado” com estas experiências.”
“Aí é que volta sempre a pergunta: o mundo cria-se a si mesmo, explica-se por si mesmo ou, pelo contrário, tem na sua raiz no seu fundamento, um Deus pessoal, transcendente, criador?”, questiona Anselmo Borges.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:43

Ainda as Bodas de Ouro Sacerdotais

por Rui Luzes Cabral, em 15.08.08

Dando continuidade às comemorações das Bodas de Ouro Sacerdotais do Padre Bastos, vemos aqui duas fotos da festa de hoje na Paróquia de Ovar. Uma quando usava da palavra no almoço-convívio e outra quando assistia à entrega de uma prenda da comunidade, ou seja, um automóvel. Que continue o seu trabalho pastoral, a sua participação activa em diversas instituições da sociedade e possa contribuir ainda mais para o conhecimento da história local, principalmente a de Loureiro e a de Ovar.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:51

O mais ilustre loureirense, nascido no Século XX

por Rui Luzes Cabral, em 04.08.08

Ontem celebrou-se na Igreja Matriz de Loureiro as Bodas de Ouro Sacerdotais do Padre Manuel Pires Bastos. Passaram 50 anos da sua ordenação e, no próximo dia 15 da sua Missa Nova. É pois tempo de festa e alegria, não só pela vida de entrega à Igreja deste loureirense mas também pelo homem que é, pelo contributo que tem dado à historiografia local e pela sua disponibilidade cívica na colaboração com diversas instituições. É para mim o mais ilustre loureirense, nascido no Século XX.

 

PARABÉNS PADRE BASTOS.

No dia da sua Missa Nova, em Agosto de 1958

  Ontem, na celebração das Bodas de Ouro Sacerdotais 

Ontem, na celebração das Bodas de Ouro Sacerdotais

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:46

A FRAGILIDADE DE UMA CRENÇA

por Sérgio Cabral, em 27.05.08

A vida pública é hoje ateia ou agnóstica. Ouve-se muito criticar a tolice e o delírio das religiões, mas raramente se refere a fragilidade intelectual da própria atitude ateísta que, com todo o respeito, é muito inconsistente.

Recusar Deus é uma crença como as outras. No fundo trata-se de ter fé na ausência divina. Mas esta crença considera-se a si mesma lógica e natural. A Antropologia e Sociologia sérias mostram o oposto: a religiosidade é o normal em todas as culturas e épocas. O ateísmo é uma construção tardia e artificial de elites, sobretudo desde o Iluminismo. Mantido em ínfima minoria, agora está em clara decadência. Vendo-lhe a lógica interna, percebe-se porquê.

O agnosticismo, hoje variante dominante, justificar-se-ia se a existência de Deus fosse inconsequente e negligenciável. Mas ignorar a possibilidade de Deus é como desinteressar-se da existência do pai, benfeitor ou patrão, senhorio ou polícia. E se Ele aparece? Os verdadeiros agnósticos, com reais dúvidas, são poucos porque a maioria assume a resposta negativa implícita, vivendo um ateísmo disfarçado. O disfarce evita as dificuldades conceptuais e empíricas do ateísmo aberto, superiores a qualquer religião ou ideologia.

A dificuldade mais visível vem da existência da realidade. Porque há algo em vez de nada? Porque existe ordem, não caos? A resposta ateia era recusar a questão, porque o universo sempre existira assim, mas a teoria do Big Bang explodiu essa certeza e deu solidez científica ao facto da Criação.

Eu e o mundo, as coisas, pessoas e outros seres não existiam e passaram a existir. E existem de forma harmónica e coerente. A realidade é um infinito mosaico de minúcia e complexidade incompreensíveis. A ciência demonstrou que variações infinitesimais de parâmetros fundamentais, das forças do núcleo atómico à densidade do universo, torná-lo-iam impossível. Uma obra supõe um autor. Falar em leis da natureza apenas recua a questão para a origem dessas leis. Seria supina tolice supor um relógio surgindo perfeito das forças fortuitas da geologia e erosão. Um cérebro, muito mais complexo, quem o fez?

A resposta ateia tem de ser que o acaso de milhões de anos conduziu de uma explosão ao sorriso da minha filha. Ou o acaso é Deus, e o ateísmo nega-se, ou essa explicação é muito mais frágil que supor um Autor para a cosmos. Não tem certamente motivos científicos, ou até razoáveis, a recusa da hipótese plausível de um Criador inteligente. Muito inteligente.

Uma segunda dificuldade vem de dentro. Todos os humanos sentem em si uma ânsia de justiça e verdade, um sentido de bem e mal. Os actuais direitos universais apenas corporizam essa herança original e nela se justificam. Alguns valores são comuns, na enorme variedade de culturas e hábitos. Essa mesma variedade confirma que tal não pode vir de construções históricas e sociais, porque subjaz a todas.

A violação da lei moral apenas confirma a sua existência. Muitos conseguem suprimir em si esta busca da justiça (embora a sintam quando vítimas), mas o trabalho que dá apagá-la revela a inscrição na própria identidade da raça. Uma lei implica um legislador. Como podem meros atómos de carbono, aglomerados em aminoácidos e evoluindo pela selecção natural, gritar que salário digno é valor universal?

O terceiro e pior obstáculo do ateísmo é a ausência de finalidade. Para o ateu este universo, sem origem nem orientação, também não tem propósito. Bons e maus têm o mesmo destino vazio. Saber que vivemos num mundo que se dirige à morte e ao nada faz de nós os mais infelizes dos seres. Se Deus não existe não existem o bem, a moral, a própria razão. Esta crueldade ontológica é tão avassaladora que poucos que a afirmam a enfrentam com honestidade.

A fragilidade lógica do ateísmo é pouco relevante por ser um fenómeno elitista ocidental contemporâneo que, exportado à força pelo marxismo, está em extinção. A única questão interessante é saber porque coisas tão simples foram escondidas aos sábios e inteligentes e reveladas aos pequeninos.

 

João César das Neves
Professor Universitário
naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:10
editado por Rui Luzes Cabral a 7/1/20 às 23:10

OS VITRAIS

por Sérgio Cabral, em 21.04.08

O primeiro aspecto refere-se aos vitrais, que inundam o ambiente interior, com uma luz mística. Vistos a partir de fora, estes vitrais parecem escuros, carregados e até lúgubres. Mas, quando se entra no Templo, de repetente, tomam vida. Ao reflectir a luz que os atravessa, revelam todo o seu esplendor.
Muitos escritores usaram a imagem destes vitrais, para ilustrar o mistério da própria Igreja. Somente a partir de dentro, da experiência de fé e de vida eclesial, é que vemos a Igreja, tal como verdadeiramente ela é: cheia de graça, esplendorosa pela sua beleza, adornada por múltiplos dons do Espírito.
Consequência disto é que nós, que vivemos a vida da graça, na comunhão da Igreja, somos chamados a atrair todas as pessoas para dentro deste mistério de luz. Não é um compromisso fácil, num mundo que é propenso a ver a Igreja «a partir de fora», da mesma forma que aos vitrais: um mundo que sente profundamente uma necessidade espiritual, mas que acha difícil «entrar no» mistério da Igreja.
Também para alguns de nós, a partir de dentro, a luz da fé pode enfraquecer pela rotina. E o esplendor da Igreja pode ser ofuscado pelos pecados e fraquezas dos seus membros. O ofuscamento pode ser originado pelos obstáculos encontrados numa sociedade que, às vezes, parece ter esquecido Deus e que se irrita diante das exigências mais elementares da moral cristã.
 
Bento XVI, da homilia na missa celebrada na catedral gótica de St. Patrick’s (na foto) em New York – 19.04.2008

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:14
editado por Rui Luzes Cabral a 7/1/20 às 23:03

SANTA PÁSCOA

por Rui Luzes Cabral, em 23.03.08

 

“O verdadeiro pastor é Aquele que conhece também o caminho que passa pelo vale da morte; Aquele que, mesmo na estrada da derradeira solidão, onde ninguém me pode acompanhar, caminha comigo servindo-me de guia ao atravessá-la: Ele mesmo percorreu esta estrada, desceu ao reino da morte, venceu-a e voltou para nos acompanhar a nós agora e nos dar a certeza de que, juntamente com Ele, encontramos  uma passagem.” Bento XVI - Spes Salvi

 

“Cristo  ressuscitado é a vitória de Deus sobre a morte.” L. Giussani

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:58

Carnaval, Cinzas e Quaresma

por Rui Luzes Cabral, em 03.02.08

Próximos dias são marcados pelo início do tempo de preparação para a Páscoa, no calendário da Igreja Católica

 

Olhando para o calendário, rapidamente se percebe que é a Páscoa quem rege o Carnaval: a Páscoa é celebrada no primeiro Domingo da lua cheia após o equinócio da primavera, no hemisfério Norte. O Carnaval acontece entre 3 de Fevereiro e 9 de Março, sempre quarenta e sete dias antes da Páscoa, ou seja, após o sétimo Domingo que antecede o Domingo de Páscoa.

 

CARNAVAL

O Carnaval é uma festividade popular colectiva, cíclica e agrária. Teve como verdadeiros iniciadores os povos que habitavam as margens do rio Nilo, no ano 4000 a.C., e uma segunda origem, por assim dizer, nas festas pagãs greco-romanas que celebravam as colheitas, entre o séc. VII a.C. e VI d.C.

A Igreja viria a alterar e adaptar práticas pré-cristãs, relacionando o período carnavalesco com a Quaresma. Uma prática penitencial preparatória à Páscoa, com jejum começou a definir-se a partir de meados do século II; por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinência

Tertuliano, São Cipriano, São Clemente de Alexandria e o Papa Inocêncio II foram grandes inimigos do Carnaval, mas, no ano 590, a Igreja Católica permite que se realizem os festejos do Carnaval, que consistiam em desfiles e espectáculos de carácter cómico.

No séc. XV, o Papa Paulo II contribuiu para a evolução do Carnaval, imprimindo uma mudança estética ao introduzir o baile de máscaras, quando permitiu que, em frente ao seu palácio, se realizasse o Carnaval romano, com corridas de cavalos, carros alegóricos, corridas de corcundas, lançamento de ovos, água e farinha e outras manifestações populares.

 

CINZAS

No dia seguinte, a cinza recorda o que fica da queima ou da corrupção das coisas e das pessoas. Este rito é um dos mais representativos dos sinais e gestos simbólicos do caminho quaresmal.

Nos primeiros séculos, apenas cumprem este rito da imposição da cinza os grupos de penitentes ou pecadores que querem receber a reconciliação no final da Quaresma, na Quinta-feira Santa, às portas da Páscoa. Vestem hábito penitencial, impõem cinza na sua própria cabeça, e desta forma apresentam-se diante da comunidade, expressando a sua vontade de conversão.

A partir do século XI, quando desaparece o grupo de penitentes como instituição, o Papa Urbano II estendeu este rito a todos os cristãos no princípio da Quaresma. As cinzas, símbolo da morte e do nada da criatura em relação a seu Criador, obtêm-se por meio da queima dos ramos de palmeiras e de oliveiras abençoados no ano anterior, na celebração do Domingo de Ramos.

 

QUARESMA

O termo Quaresma deriva do latim "quadragesima dies", ou seja, quadragésimo dia. É o período do ano litúrgico que dura 40 dias: começa na quarta-feira de cinzas e termina na missa "in Coena Domini" (Quinta-Feira Santa), sem inclui-la.

O sexto Domingo, que dá início à Semana Santa, é chamado "Domingo de Ramos", "de passione Domini". Desse modo, reduzindo o tempo "de passione" aos quatro dias que precedem a Páscoa, a Semana Ssanta conclui a Quaresma e tem como finalidade a veneração da Paixão de Cristo a partir da sua entrada messiânica em Jerusalém.

Uma prática penitencial preparatória para a Páscoa, com jejum, começou a surgir a partir de meados do século II; outras referências a um tempo pré-pascal aparecem no Oriente, no início do século IV, e no Ocidente no final do mesmo século.

Nos primeiros tempos da Igreja, durante esse período, estavam na fase final da sua preparação os catecúmenos que, durante a vigília pascal, haveriam de receber o Baptismo.

Por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinência, marcas que ainda hoje se mantêm.

Na Liturgia, este tempo é marcado por paramentos e vestes roxas, pela omissão do "Glória" e do "Aleluia" na celebração da Missa.

 

Octávio Carmo (Agência Ecclesia)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:30

O SIMPLES SABER TORNA-NOS TRISTES

por Sérgio Cabral, em 23.01.08

Como um blog é também um espaço onde se convida à reflexão filosófica profunda, achei pertinente publicar, se seguida, um extracto do texto da Alocução que o Santo Padre Bento XVI teria pronunciado no decorrer da visita à Universidade “la Sapienza” de Roma, prevista para quinta-feira, 17 de Janeiro e cancelada na terça-feira anterior. Belíssimo!

 

O homem quer conhecer – quer verdade. Verdade é, antes de mais, uma coisa do ver, do compreender, da theoria, como lhe chama a tradição grega. Mas a verdade não é apenas teórica. Agostinho, ao procurar uma correlação entre as Bem-Aventuranças do Sermão da Montanha e os dons do Espírito mencionados em Isaías 11, afirmou uma reciprocidade entre “scientia” e “tristitia”: o simples saber, disse, torna-nos tristes. E, de facto, quem apenas vê e aprende tudo o que acontece no mundo, acaba por se tornar triste.

Mas a verdade significa mais do que saber: a consciência da verdade tem como objectivo a consciência do bem. Este é também o sentido do interrogar-se socrático: Qual é aquele bem que nos torna verdadeiros?

A verdade torna-nos bons e a bondade é verdadeira: é este o optimismo que vive na fé cristã, porque a esta foi dado conhecer a visão do Logos, da Razão criadora que, na encarnação de Deus se revelou junto com o Bem, como a própria Bondade.

 

(Texto integral disponível em http://www.zenit.org/article-17318?l=portuguese)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:53
editado por Rui Luzes Cabral a 7/1/20 às 23:04

O CÉU VEIO À TERRA

por Sérgio Cabral, em 26.12.07

“No curral de Belém, tocam-se céu e terra. O céu veio à terra. Por isso, de lá emana uma luz para todos os tempos; por isso lá se acende a alegria; por isso lá nasce o canto. […] [Santo Agostinho] ao interpretar a invocação da Oração do Senhor «Pai Nosso que estais nos céus», ele interroga-se: O que é isto, o céu? E onde é o céu? Segue-se uma resposta surpreendente: «…que estais nos céus – isto significa: nos santos e nos justos. Temos, é verdade, os céus, os corpos mais elevados do universo, mas sempre corpos são, os quais não podem estar senão num lugar. Na realidade, se se acreditasse que o lugar de Deus seria nos céus enquanto as partes mais altas do mundo, então as aves seriam mais felizardas do que nós, porque viveriam mais perto de Deus. Ora não está escrito: "O Senhor está perto de quantos habitam nas alturas ou nas montanhas", mas sim "O Senhor está perto dos contritos de coração" (Sal 34/33, 19), expressão esta que se refere à humildade. Do mesmo modo que o pecador é chamado "terra", por contraposição também o justo pode ser chamado "céu"» (Serm. in monte II 5, 17). O céu não pertence à geografia do espaço, mas à geografia do coração. E o coração de Deus, na Noite santa, inclinou-Se até ao curral: a humildade de Deus é o céu. E se formos ao encontro desta humildade, então tocamos o céu. Então a própria terra se torna nova.”

 

Excerto da Homilia do Papa Bento XVI na Celebração da Noite de Natal

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:10
editado por Rui Luzes Cabral a 4/1/20 às 23:40

Concerto de Solidariedade "Um Canto de Esperança"

por Rui Luzes Cabral, em 28.11.07

Caros Amigos,
 
Os Leigos Boa Nova (Cucujães) estão a organizar um concerto de solidariedade intitulado "Um Canto de Esperança", em Santa Maria da Feira, no próximo dia 1 de Dezembro, para apoiar o projecto "Onjango" que os Leigos Boa Nova vão iniciar na cidade da Gabela já no próximo ano (Angola). O evento vai contar com as actuações de Ricardo Azevedo e do Pe Luís Vieira, entre outros convidados, no Auditório António Lamoso. O concerto começa às 21h30 e o bilhete custa 7 euros. Este projecto surge na sequência do projecto "Professores para a Gabela" que está a ser implementado na Cidade da Gabela (2004-2007). Dentro da área da Educação, relativamente ao trabalho a desenvolver na Escola Pré-Universitária do Amboim (PUNIV), o presente Projecto tem como objectivos fundamentais contribuir para a melhoria da qualidade do ensino no PUNIV e possibilitar o aumento das vagas existentes no Curso de Ciências Exactas (que são muito inferiores ao número de estudantes que o pretendem frequentar). Ainda dentro da mesma área, mas com planos curriculares próprios e a decorrer nas instalações da paróquia, este projecto tem também como objectivo principal educar para a saúde e valorizar a mulher angolana local promovendo cursos de culinária, decoração e partejamento. Esses cursos têm como objectivos centrais: reduzir a maternidade infantil, melhorar a saúde da Mulher e da Criança e promover e valorizar o papel da mulher na sociedade angolana. Na área do desenvolvimento rural o objectivo central é possibilitar aos pequenos agricultores locais o uso de um tractor para aumentarem a área plantada e, consequentemente, a produção de alimentos, plantas e a criação de animais. A actividade principal consiste na aquisição de um tractor e de algumas alfaias agrícolas para se colocar ao serviço dos pequenos agricultores locais. A paróquia da Gabela tem experiência na realização de projectos deste género, tendo tido há já alguns anos um tractor que servia os pequenos agricultores locais. De uma forma geral, com estes objectivos, que abarcam muitos sectores da vida local, pretende-se não só formar, mas também promover uma consciência dos benefícios que a população poderá auferir com uma melhor educação, melhor saúde e uma agricultura mais mecanizada.
 
Um abraço
Sérgio Cabral

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:35


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.