Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

31
Ago 11

 

Vitor Gaspar disse hoje sobre a TSU que o “Governo preferiria uma descida só para a indústria transformadora e para o sector do turismo. Mas esta possibilidade é incompatível com o direito comunitário". Nunca concordei com esta mexida neoliberal pois não é isso que vai alavancar a economia, muito menos criar empregos. Uma descida desta taxa só ajuda os “senhores empregados” Belmiro, Amorim, entre outros…

 

Descer a TSU para pequenas e médias empresas com facturação anual até 1.000000 de euros justificava-se, mas pelos vistos a Europa não deixa. Enfim, mais uma vez a política ajoelhada à alta finança, aos senhores do dinheiro.

 

publicado por Rui Luzes Cabral às 20:09

30
Ago 11

Alguém sabe quem são os noivos?

 
publicado por Rui Luzes Cabral às 17:54

28
Ago 11

"Uma equipa de arqueólogos americanos e albaneses divulgaram, na passada quinta-feira, a descoberta de uma embarcação naufragada, bem preservada e cheia de jarros de vinho, na costa da Albânia, segundo fonte do ‘Extra online’. O navio cargueiro supõe-se que seja datado do século I a.C., tem cerca de 30 metros de comprimento e foi encontrado, próximo da cidade de Vlora, na Albânia, a cerca de 40 metros de profundidade. Muitos dos jarros ou ânforas encontram-se intactos no fundo do mar: “Este é um dos cinco naufrágios antigos que foram descobertos pela nossa equipa no mês passado “, refere o arqueólogo Jeff Royal, da Fundação Náutica RPM.

 

Até 2007, a costa da Albânia e Montenegro encontrava-se inexplorada, até que a fundação RPM tomou a iniciativa de prosseguir com a exploração em busca de objectos arqueológicos submersos. Desde então, nove navios foram descobertos em Montenegro, e oito na Albânia. A origem das embarcações cobre o período entre o século VI a.C. e IV d.C. Três dos naufrágios descobertos nesta temporada estão ligados à indústria de comércio de vinhos, cuja base era onde está hoje a Croácia. Este mercado desenvolveu-se depois da entrada romana na antiga Illyria, uma região na parte ocidental na Península das Bálcãs, e que inclui a actual Albânia." Correio da Manhã online http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/descoberto-navio-de-2100-anos-na-costa-da-albania

publicado por Rui Luzes Cabral às 11:14

27
Ago 11

Dois artigos de Miguel Esteves Cardoso, um em Agosto de 2010, o outro este Agosto. O do ano passado é de uma profundidade própria, de, quando em férias reflectimos sobre o que somos. Momentos de paragem. O deste ano é também característico de férias, mas de cariz superficial, em jeito de jogo de palavras e momentos mais desprendidos de que são, também, feitas as férias. Quem como ele escreve todos os dias, há dias em que o que diz merece ser lido novamente.

 

 

 

  Público, 2 de Agosto de 2010, página 31

 

 

 Público, 16 de Agosto de 2011, página 31

publicado por Rui Luzes Cabral às 10:54

26
Ago 11

Público, 25 de Junho de 2011, página 4

publicado por Rui Luzes Cabral às 12:00

Revista Talentos, n.º 7, Agosto de 2011

publicado por Rui Luzes Cabral às 01:05

25
Ago 11

publicado por Rui Luzes Cabral às 23:30

22
Ago 11

Na edição do Correio de Azeméis do passado dia 16 de Agosto, página 2, aparece a uma foto da casa que foi de D. Frei Caetano Brandão, o maior loureirense que há memória. Fico feliz por haver quem coloque o tema da recuperação do imóvel, mais uma vez em destaque, para alertar da sua importância. Há 50 anos que esse é um sonho do meu amigo Padre Bastos, o maior conhecedor da história de loureiro. Vamos ver o que trarão de bom os próximos anos nesta matéria.

 

publicado por Rui Luzes Cabral às 12:41

Público, 17 de Agosto de 2011, página 17

publicado por Rui Luzes Cabral às 12:17

(…) O tempo dito desperdiçado – esperando que aconteça o que se quer ou se previu ou planeou, anunciando-se ou não – é, afinal, um tempo vivido plenamente, de ansiedade e de desejo até. A verdade é que a certeza que vamos todos morrer nada ensina nem adianta àqueles que prezam cada dia por continuarem vivos apesar de tudo. É uma perda de tempo. Miguel Esteves Cardoso, Público, 19 de Agosto de 2011, página 33.

publicado por Rui Luzes Cabral às 11:39

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