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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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24.06.11

Governo sem férias nos próximos dois meses para aplicar medidas da troika

Manuel Alberto Pereira

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, garantiu, quinta-feira, em Bruxelas que o novo Governo não terá férias, de modo a tomar nos próximos meses "o essencial das decisões" para a efectiva implementação do programa de ajuda a Portugal.

"Começámos já a trabalhar com a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional no sentido de criar nos próximos dois meses o maior número de decisões praticas, concretas, que permitam traduzir as intenções, os objectivos que estavam fixados, em politicas concretas que vão ser aplicadas rapidamente a Portugal", disse.

Passos Coelho, que falava após uma reunião com o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, vincou que "o Parlamento português durante este período não gozará de férias e o Governo não gozará de férias", de modo a não se perder tempo na execução do programa negociado pelo anterior executivo com a chamada "troika".

"Os portugueses estarão absolutamente comprometidos em que nos próximos meses o essencial das decisões que tivermos de aplicar possam ser aplicadas", sublinhou.

Apontando que Portugal está "muito reconhecido pelo facto de ter tido da parte dos seus parceiros europeus a ajuda que necessitava", Passos Coelho disse haver a noção no país de que essa ajuda é de certo modo também um "encargo para todas as democracias europeias".

"Não descansaremos enquanto não pudermos devolver com trabalho e com resultados a confiança que em nos depositaram", asseverou.

O novo primeiro-ministro disse ter toda a confiança em que "o programa em Portugal será um sucesso", até porque das últimas eleições legislativas de junho saiu "não apenas uma larga maioria de mudança, que permite um Governo estável e condições de estabilidade para a execução do programa", mas também uma composição do parlamento "muito especial", já que "mais de 85% dos deputados pertencem a partidos que se comprometeram firmemente com a execução do programa" negociado com a troika.

"Portugal dispõe de todas as condições internas para ser bem sucedido", sintetizou.

Depois do encontro com Durão Barroso, Passos Coelho rumou à cimeira do Partido Popular Europeu (PPE), participando a partir do final do dia no seu primeiro Conselho Europeu, no qual deverá reafirmar as ideias deixadas hoje na sede da Comissão. (JN, 23 de Junho de 2011)

"Entradas de leão"... espera-se que não se assista a "saídas de sendeiro".

13.06.11

Israel gosta da comunidade internacional mas só para os outros...

Rui Luzes Cabral

 

De acordo com notícia do www.sapo.pt, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, agradeceu hoje ao seu homólogo italiano, Silvio Berlusconi, pela oposição italiana ao reconhecimento de um Estado palestiniano na ONU, numa conferência de imprensa conjunta em Roma.

 

"A paz só pode ser resultado de negociações, não pode ser imposta do exterior ou por uma resolução da ONU", declarou Netanyahu, adiantando: "Quero agradecer-vos pela vossa posição clara contra a tentativa de contornar as negociações de paz".

 

Face ao impasse nas negociações com Israel, os palestinianos admitem pedir o reconhecimento do seu Estado na Assembleia Geral das Nações Unidas em Setembro.

 

"Não pensamos que uma solução unilateral possa ajudar a paz, nem do lado palestiniano, nem do lado israelita. Creio que a paz só pode ser conseguida através de negociações", declarou, por seu turno, Berlusconi. O chefe do governo israelita iniciou domingo uma visita a Itália à frente de uma delegação de nove ministros. Os dois executivos assinaram oito acordos de colaboração em diversas matérias.

 

COMENTÁRIO: Até parece que seria a primeira vez que uma imposição do exterior era realidade. A própria criação do Estado de Israel foi imposta, e bem pela comunidade internacional. Porque não fazer o mesmo com a Palestina? Aliás, quando foi criado o Estado Israelita, deveria também ter sido criado o Palestiniano.

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