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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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29.11.10

A Igreja deve andar mais depressa, desde que ande bem...

Rui Luzes Cabral

Jesus Cristo foi um Homem muito à frente no seu tempo. E de uma forma tal, que até hoje, passados mais de 2 mil anos a sua mensagem não se esgotou e continua actual. O que eu esperava da hierarquia da Igreja Católica era isso, que fosse o farol que vai à nossa frente a iluminar e não, que fique à espera que o pessoal vá à frente na caminhada, para só depois dar uma corrida para se aproximar do último da fila. "O que é a verdade?"... Comentário feito por mim no facebook (21 Nov. 2010) a uma notícia sobre o que disse o Papa sobre o uso do preservativo, colocada pelo meu irmão.

 

“Mais tarde ou mais cedo - é preferível mais cedo -, a Igreja deverá ter um pronunciamento lúcido e claro sobre estas matérias. Para não dar a impressão de que ela lá vai indo, mas aos empurrões, e quando, entretanto, muitos a foram abandonando.” Extracto da crónica (A Igreja e os sinais dos tempos) do Padre Anselmo Borges no DN de 28 de Novembro de 2010.

26.11.10

SILÊNCIO

José Miguel Araújo

SILÊNCIO

 

 

Deitado nos teus braços,
Espelhado em tristeza!
Relembro nas lembranças,
Mapa de incertezas.

 


Sonhos deslumbrados,
Plumas da ilusão,
São gestos desmembrados,
Unidos na paixão.

 


Efémeros os teus gostos,
Tão fortes em solidão!
Recordo com saudade,
Os sopros do coração.

 

 

JOSÉ MIGUEL ARAÚJO

26.11.10

SENTIDO...

José Miguel Araújo

SENTIDO

 

 

Reservo em mim…

Momentos de prazer,

Onde me sento na lembrança…

De nunca te esquecer!

 

 

Reservo em mim…

Reflexos de amor,

Outorgo loucuras,

Aromas e sabor!

 

 

Reservo em mim…

Espaços de ilusão,

Conquistas eternas,

Raízes da paixão!

 

 

JOSÉ MIGUEL ARAÚJO

22.11.10

QUEM E O QUE DEFENDE A NATO

Rui Luzes Cabral

A República Portuguesa encheu-se de vaidade por estes dias, por causa da Cimeira da NATO, em que dezenas de dirigentes e seus familiares vieram passear a Lisboa. Os familiares foram visitar a cidade e ver museus, os responsáveis pelos cargos políticos foram até ao Parque das Nações assinar algo que já estava discutido e aprovado. As cimeiras modernas não são para discutir nada, parece-me. São simplesmente para meia dúzia de discursos e encontrar-se “a malta” que dirige (ou pretende dirigir) o mundo. Para esse encontro gastam-se milhões e milhões em segurança, logística, assessorias, viagens, etc. Serve pelo menos para “girar” o comércio.

 

No caso desta organização (NATO), se pelo menos encerra-se em si mesma no que toca à missão pela qual existe, algo de extremamente necessário para o nosso planeta, ainda se compreenderia tanta excitação. O problema é que não lhe vejo vantagem alguma. Quando foi criada, a NATO tinha razão de ser, tal qual teve razão de ser a união de vários países, que “Aliados” venceram a Segunda Guerra Mundial. Nessa altura com a divisão do mundo em dois grandes blocos, marcadamente politizados e armados, prontos a dispararem ao mínimo desentendimento, ainda se compreendeu. Mas com o fim da União Soviética, com o fim do Muro de Berlim e com o fim do Pacto de Varsóvia a 31 de Março de 1991 (Aliança militar do leste Europeu, ou seja, a NATO dos comunistas) que sentido faz hoje em dia a NATO. Bem, se a entendermos como um clube de meia dúzia de países ricos (EUA, Canadá, Inglaterra, França, Alemanha e Itália), secundada pelos restantes 22 Estados, que ali estão por mera conveniência e, porque fica sempre bem a um pobre estar ou entrar em casa de um rico, então compreende-se. Mas isso é muito pouco e o pouco que é já não serve.

 

Não vejo qualquer vantagem na existência, hoje, da NATO, até porque a União Europeia (21 dos países membros da NATO pertencem à UE) deverá ser cada vez mais um bloco político, social, económico e militar unido, que fale a uma só voz e que não se disperse por aqui e por ali, conforme o gosto ou a conveniência. Que força militar tem a UE? E não tem porquê? Ficam as perguntas. Por outro lado, não vejo qualquer vantagem na existência, hoje, da NATO, porque com a existência da ONU, uma organização internacional que não tende a ser “um clube” restrito, é que deveria ser a grande organização por excelência, capaz de agregar, capaz de ser ainda mais respeitada, capaz de ser ajudada. Os capacetes azuis deveriam ser a Força Internacional que mais pudessem contribuir para a paz no mundo. É inconcebível nos dias de hoje, actuar-se em poucos dias, invadindo países como o Afeganistão e o Iraque e não o fazer em Estados Africanos que vivem em guerra há décadas para os quais ninguém olha. É inconcebível não se forçar de uma vez por todas uma resolução (no terreno) para o conflito entre Israel e a Palestina. É inconcebível haver 5 membros permanentes no Conselho de Segurança, como que intocáveis e sabedores da razão. A ONU conta actualmente com 192 Estados Membros, quase a totalidade dos Estados Soberanos do Mundo. Não seria a organização perfeita para pugnar pela segurança dos povos?

 

Uma ONU forte e mobilizadora contaria no seu exército com militares de todos esses 192 Estados. A União Europeia deveria possuir uma força militar própria e contribuir também com militares para os capacetes azuis. OS EUA já sabemos que em recursos de defesa estão bem equipados. A China é uma potência em crescendo. Outros países emergentes também poderiam dar um bom contributo. Com uma ONU forte, seriam precisas organizações como a NATO?

 

Pergunto eu novamente, para quê uma NATO, se poderíamos ter uma organização como a ONU, mais representativa dos povos e, porventura, mais respeitada. Não sou muito de ir para a rua manifestar-me, nem tampouco concordo muito com o “modus operandi” de algumas delas, mas que existem ali razões de protesto válidas e pertinentes, não tenho dúvidas.

 

Por isso, depois de uma Cimeira como a de Lisboa, em nada o meu orgulho Português cresceu. Tenho pena que andemos entretidos em reuniões balofas de conteúdo, mais preocupados em conservar o poder deste ou daquele, num clube restrito, em que agora até vai ter a colaboração da Rússia e, no fim de contas, só sirva para o benefício de poucos. Não nos esqueçamos que há milhões e milhões a morrerem à fome. Acabemos, pois, com estas excentricidades. Mas como a NATO, existem outras por aí. O G20 é talvez o expoente máximo do cinismo dominante que nos governa. Haja mais solidariedade, haja mais ONU.

 

E, para terminar, deixo só outra questão. Tantos governantes, tantos assessores, tantos políticos e fazedores de opinião e, poucas dessas vozes audíveis falam da questão: A NATO faz sentido no Século XXI?

 

Estarei eu a pensar numa barbaridade assim tão grande, sem sentido algum e desprovida de conteúdo? Haverá alguma clarividência nesta minha opinião?

 

Rui Luzes Cabral

22 de Novembro de 2010

01:04

11.11.10

Os Dois Milhões de Retorno e a chegada da Volta a Portugal a OAZ

Rui Luzes Cabral

Bem, ontem no facebook tentei indagar à empresa que fez o estudo em que se refere um retorno de 2 milhões que a Volta trouxe a Oliveira de Azeméis e parece que os nervos ficaram à flor da pele com um simples pedido de esclarecimento. Não compreendi.

 

Recordo que no dia em que os ciclistas cortaram a meta eu estava lá e de lá referi aos microfones da Azeméis FM que o evento é bom para o Concelho mas que também é preciso olhar sustentadamente para o concelho todo, freguesia a freguesia. É obvio que sei que houve retorno e que o mesmo não foi para o Algarve, foi para o nosso comércio, para a nossa hotelaria, para os nossos cafés e restaurantes, talvez para alguma indústria. Até aqui tudo bem.

 

A simples pergunta à empresa que fez o estudo e, se o fez saberá esclarecer, porque se baseou em dados concretos, é onde estão os 2 milhões de euros. O que gostaria de conhecer do estudo é por exemplo o seguinte: Por causa da Volta os restaurantes X, Y e Z facturam naquele período mais (um dado valor apurado) do que em período homólogo. O hotel A, a residencial x e o albergue k facturaram também mais (um dado valor apurado). O comércio teve um acréscimo em determinado valor. Isso tudo junto perfaz a quantia de 2 milhões de euros. O meu comentário de ontem não é uma crítica ou um elogio, é uma simples pergunta para perceber melhor o alcance de tal evento, ou seja, a chegada da Volta.

 

Quanto ao comentário do Paulo Oliveira, julgo que estas coisas não se devem balizar entre oposição e posição pois nem tudo o que a oposição critica valida o trabalho que está a ser feito, pois se invertêssemos esse pressuposto, tudo o que a oposição possa aplaudir à posição como seria de interpretar?

 

Voltando ao que perguntei ontem, alguém me pode esclarecer o estudo no sentido de entender por onde estão distribuídos os 2 milhões? Essa é que é a questão central e, por causa dela, não vamos inquinar o debate ou direccioná-lo noutro sentido.

 

Comentário colocado ontem no facebook: De acordo com a página da CMOAZ, a Volta a Portugal em Oliveira de Azeméis teve retorno de dois milhões de euros http://bit.ly/broBPo. Já agora, gostaria que a empresa que fez o estudo enumere quem foram as entidades ou empresas que lucraram com a volta e o que receberam cada uma.

03.11.10

VIVEM EM MIM...

José Miguel Araújo

Vivem em mim…

Momentos de ternura,

Suplícios de sensatez!

Desejos sem fim!

 

 

Vivem em mim,

Réplicas de orgulho!

Promessas de um muro…

Que construo, por fim!

 

 

Vivem em mim,

Almas felizes,

Sonhos partilhados,

Flores do meu jardim!

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