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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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29.04.10

As empresas de Rating: haja moralidade…

Rui Luzes Cabral

Com que então as empresas de rating que avaliam os Estados, nomeadamente os da Europa, como a Grécia e agora Portugal, são todas norte-americanas e as mesmas que se enganaram em 2006, 2007 e 2008 na avaliação que fizeram dos mercados financeiros, o que levou à actual crise, ou o que muitos chamam de crise. Foram os mesmos que consideravam a Lehman Brothers uma empresa segura e credível, tendo a mesma falido já em 2008.

 

Empresas privadas que têm como objectivo lucros e outros interesses, a avaliar Estados, fazendo crer na opinião pública que o que dizem é verdadeiro? Uma palhaçada completa.

 

Esta avaliação deveria emanar de uma organização internacional, gerida e fiscalizada pelas Nações Unidas, sem outra finalidade, que não a avaliação exigente e digna dos mercados.

 

Quem está a lucrar com isto? Possivelmente a economia americana que nos últimos anos viu o dólar a desvalorizar em relação ao euro e, querem agora, a todo o custo ganhar com isso.

 

Enfim, vivemos numa economia de aparências, de relatórios baseados em meras especulações, em critérios dúbios e pouco claros. Tal qual como a sociedade actual.

 

Haja moralidade e uma nova ordem mundial. Como estamos, para onde iremos? E a Europa, impávida e serena o que pensa de si, o que pensa do futuro?

 

Parece que estamos no limiar de um novo tempo…

27.04.10

Força U.D.Oliveirense

Carlos Marques

A duas jornadas do fim do campeonato a União Desportiva Oliveirense tem a possibilidade de subir ao escalão principal do futebol português.

Porém ainda faltam realizar dois jogos muito importantes e que se avizinham de uma dificuldade extrema.

Resta-me desejar boa sorte para os jogos finais e que na última jornada possamos comemorar a súbida à 1ª liga.

 

Força, Força U.D. Oliveirense.

 

Um abraço,

 

Carlos Marques

 

22.04.10

Intolerâncias

Sérgio Cabral

Um Estado laico não é um Estado anti-religioso, incapaz de compreender a dimensão pública da fé.
Como seria de esperar, a visita do Papa a Portugal já deu origem a uma pequena e comovente polémica sobre a tolerância de ponto decretada pelo Governo. Os fanáticos do costume decretaram que pretendiam trabalhar nesses três dias a bem da separação do Estado e da Igreja e – pasme-se – em prol da produtividade nacional que, na sua douta opinião, não pode ser abalada pela visita de um "líder religioso qualquer" que decida deslocar-se ao nosso país. Até a CIP e as centrais sindicais, esses pilares da nossa economia, se pronunciaram patrioticamente contra a decisão tomada pelo Governo, alertando para a crise em que vivemos e para a necessidade dos funcionários públicos contribuírem, com o seu trabalho, para o aumento da produtividade e para o desenvolvimento da pátria.
É evidente que este reconhecimento súbito do estado em que nos encontramos não deixa de ser salutar, sendo de esperar, nomeadamente por parte dos sindicatos, exemplos futuros de responsabilidade e compreensão pela situação em que se encontram as finanças públicas e a economia portuguesa. Custa-me a crer que sindicalistas, tão atentos aos custos da visita do Papa, se entretenham depois a promover greves que, para além de não levarem em linha de conta a crise em que nos encontramos, não contribuem certamente para o dito aumento da produtividade. Tudo isto seria um pouco ridículo – e é – se por trás destes nobres objectivos não se escondesse o velho preconceito contra a Igreja e o zelo anticlerical de meia dúzia de figuras públicas, sempre em busca de crucifixos nas escolas e de outros sinais religiosos no espaço público. Ao contrário do que tem sido dito, o que está em causa não é a neutralidade do Estado em relação às diversas religiões, mas a incapacidade de perceber que, num país de tradição católica, o Papa não é um "líder religioso qualquer", como tem sido amplamente referido.
Pretender equipar a visita de Bento XVI à visita de qualquer outro líder religioso (hindu ou muçulmano, como já vi defender) é não compreender a realidade portuguesa e desconhecer totalmente a sua história. Há uma ligação entre o País (e o ocidente, em geral) e a Igreja que um Estado laico deve saber reconhecer. Um Estado laico não é sinónimo de um Estado anti-religioso, incapaz de compreender a dimensão pública da fé. E a crer nalgumas coisas que por aí têm sido escritas, dá ideia de que o Papa, não lhe sendo retirado o direito de viajar pelo mundo, devia ter, pelo menos, a decência de o fazer clandestinamente. De forma a não importunar ninguém. Porque o problema é que este Papa, em particular, importuna.

 

Constança Cunha e Sá, Jornalista


Correio da manhã, 2010.04.20 

20.04.10

Parem com essas fogueiras...

Rui Luzes Cabral

Já passamos o mês de Março e agora não podemos fazer queimadas sem autorização. E sempre que transgredimos a polícia sabe logo, ou porque vê fumo e vem investigar ou porque um vizinho "amigo" faz a gentileza de avisar.

 

Mas há aí um "menino" qualquer, que pelo fumo que manda para o céu, deve andar a queimar plásticos pretos do silo, facto que até levou ao encerramento de grande parte dos aeroportos europeus nos últimos dias. E não se vê autoridade nenhuma a levantar o respectivo auto.

 

Eu até tenho comentado com o meu primo Quim, que esse tipo deve dar-se bem com algum fiscal. É uma vergonha, este país é uma vergonha... É só para os "grandes"...

16.04.10

A "vingança" da Islândia...

Manuel Alberto Pereira

Não deixa de ser irónico. A Islândia, que há bem pouco tempo atrás, foi notícia por ter sido o primeiro país a sofrer com a "bancarrota" e a declarar falência, abre de novo noticiários porque o vulcão Eyjafjallajoekull entrou em erupção e "entupiu" a atmosfera.

Com isto, embora sem ser de propósito, a Islândia "vinga-se" agora do mundo, causando certamente grandes prejuízos financeiros aos países mais desenvolvidos do mundo.

Como somos "pequenos"!...

 

08.04.10

Viana, "Princesa do Lima"

Manuel Alberto Pereira

Como é habitual, aproveitei as curtas "férias" da Páscoa para visitar Viana do Castelo, onde tenho familiares.

É uma cidade simpática e que, há pouco mais de 20 anos, apesar da sua localização junto ao litoral estava muito isolada e parecia mesmo "fechada" sobre si própria.

Tive o privilégio de ver as mudanças sucederem-se a um ritmo verdadeiramente "alucinante", em particular nos últimos 15 anos.

Coincidência ou não, essas mudanças coincidiram com a vitória do (polímico) ex-presidente da câmara socialista Defensor de Moura (actualmente deputado da AR).

Para a história ficam exemplos de decisões arrojadas para a época (há mais de década e meia) que, contra opiniões de "velhos do Restelo", levaram a que fosse criado um extenso parque de estacionamento subterrâneo, ao longo de uma das maiores avenidas de Viana (nas fotos, com o templo de Stª Luzia, no alto, e o Rio Lima, lá ao fundo), permitindo a criação de condições para que uma série de zonas pedonais se transformassem num grande "shoping ao ar livre", onde muitos forasteiros e turistas (principalmente espanhóis), animam ruas e lojas.

Sem dúvida um bom exemplo a seguir, principalmente por quem tem o poder de decidir quais as opções estratégicas para o desenvolvimento de uma cidade.

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