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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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30.04.08

A “guerra dos alimentos”

Manuel Alberto Pereira

“O anúncio foi feito pelo Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon que está reunido com os dirigentes de 27 agências e organismos das Nações Unidas.

«Consideramos que a escalada dramática dos preços da alimentação em todo o mundo evoluiu para um desafio sem precedentes de proporções globais que se tornou numa crise para os mais vulneráveis, incluindo os pobres urbanos», lê-se numa declaração da ONU citada pela Reuters, depois de uma reunião de dirigentes das suas agências na capital suíça, Berna.

As entidades reunidas em Genebra, apelaram aos governos para que não restrinjam as exportações de alimentos, o que, apesar de lhes garantir as reservas internas, pode agravar o problema globalmente.”               2008.04.29 - Jornal Digital

 

Infelizmente, num “mundo rico” e excedentário em alimentos, estamos assistir ao agravamento de desigualdades entre os ricos e os pobres.

Do meu ponto de vista, esta “guerra dos alimentos” é mais uma das consequências da crise petrolífera que direcciona os grandes grupos económicos para a gestão dos recursos alimentares, como uma forma de manter o poder no mundo.

Todos sabemos dos interesses que as “super-potências” têm em controlar a energia. Ora, com o incremento da exploração das energias (verdadeiramente) alternativas como são o caso da energia eólica, das marés, das ondas e (principalmente) da energia solar, a dependência energética poderá ter o “dias contados”.

Isto é, uma vez desenvolvidas as tecnologias para aproveitar essas formas de energia, qualquer país poderá ficar autónomo. Prevendo-se que essa “nova” realidade possa a vir ser possível a “curto prazo”, os grupos económicos estarão a direccionar as suas atenções para novas áreas em que poderão “controlar” o mundo. Duas dessas grandes áreas são sem dúvida a industria alimentar e as reservas de água (para além dos medicamentos e patentes de genes).

Aproximam-se, cada vez mais, tempos difíceis para todos e, em particular, para os povos em vias de desenvolvimento...

28.04.08

Jardel, o homem!

António Silva

Ao descobrir esta noticia, que é a repetição de tantas e tantas outras que não têm um rosto conhecido. É este o homem que levantou estádios de futebol, que foi amado por milhares de pessoas, de quem se dizia; "Jardel resolve!", Rui Veloso dedicou-lhe uma canção.... e no entanto caiu o mais baixo possivel. mais grave ainda encontra-se só, nenhum dos que gritou por ele se encontra junto dele. Tudo muda tudo passa.

Não terá sido por falta de aviso... pois conhece certamente a história de Maradona. Lamento profundamente que muitos heróis sejam consumidos pela heroína e pela cocaína. Um abraço para todas as vítimas da droga, que consigam mesmo dominar a vontade e o desejo.

25.04.08

25 DE ABRIL

Rui Luzes Cabral

                   

 

 

Esta é a madrugada que eu esperava

O dia inicial inteiro e limpo

Onde emergimos da noite e do silêncio

E livres habitamos a substância do tempo

 

Sophia de Mello Breyner Andresen

 

24.04.08

“Têm mau hálito e pila pequena”

Rui Luzes Cabral

Focus – Numa entrevista pediu para não ser chamado de cantor romântico porque os cantores românticos, e cito-o, “têm mau hálito e pila pequena”.

José Cid – (Risos) – Sabe por que digo isso? Porque eles cantam canções em que estão sempre a ser abandonados pelas namoradas, estão sempre sozinhos no quarto, coitadinhos, à espera que elas voltem enquanto elas devem andar a passear com gajos bem cheirosos, com bom hálito e o resto. Todos os cantores românticos, portugueses, brasileiros e espanhóis, vivem obcecados pelo regresso das namoradas. Só cantam canções de perdedores tristinhos.

Extracto da entrevista ao José Cid - Revista Focus (semana de 16 a 22 de Abril de 2008)

24.04.08

O Comportamento das Espigas

Rui Luzes Cabral

"Pouco conhecimento faz que as criaturas se sintam orgulhosas. Muito conhecimento, que se sintam humildes. É assim que as espigas sem grãos erguem desdenhosamente a cabeça para o céu, enquanto que as cheias as baixam para a terra, sua mãe". Leonardo Da Vinci

24.04.08

Será que é assim?

Rui Luzes Cabral

"A escola, hoje, serve para tudo menos para estudar. A casa, hoje, serve para tudo menos para dar (as mínimas) noções de comportamento. E eles vão continuando a viver, desumanizados, diante de um ecrã. E nós deixamos." Alice Vieira. Veja o texto completo aqui.

21.04.08

OS VITRAIS

Sérgio Cabral

O primeiro aspecto refere-se aos vitrais, que inundam o ambiente interior, com uma luz mística. Vistos a partir de fora, estes vitrais parecem escuros, carregados e até lúgubres. Mas, quando se entra no Templo, de repetente, tomam vida. Ao reflectir a luz que os atravessa, revelam todo o seu esplendor.
Muitos escritores usaram a imagem destes vitrais, para ilustrar o mistério da própria Igreja. Somente a partir de dentro, da experiência de fé e de vida eclesial, é que vemos a Igreja, tal como verdadeiramente ela é: cheia de graça, esplendorosa pela sua beleza, adornada por múltiplos dons do Espírito.
Consequência disto é que nós, que vivemos a vida da graça, na comunhão da Igreja, somos chamados a atrair todas as pessoas para dentro deste mistério de luz. Não é um compromisso fácil, num mundo que é propenso a ver a Igreja «a partir de fora», da mesma forma que aos vitrais: um mundo que sente profundamente uma necessidade espiritual, mas que acha difícil «entrar no» mistério da Igreja.
Também para alguns de nós, a partir de dentro, a luz da fé pode enfraquecer pela rotina. E o esplendor da Igreja pode ser ofuscado pelos pecados e fraquezas dos seus membros. O ofuscamento pode ser originado pelos obstáculos encontrados numa sociedade que, às vezes, parece ter esquecido Deus e que se irrita diante das exigências mais elementares da moral cristã.
 
Bento XVI, da homilia na missa celebrada na catedral gótica de St. Patrick’s (na foto) em New York – 19.04.2008

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