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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

26.01.08

Campo de Golfe? Pode ser em Loureiro.

Rui Luzes Cabral

 

Quando Luís Filipe Menezes quis distribuir comentadores pelas televisões portuguesas, cheguei a pensar que falasse também de OAZ para exigir que a Azeméis FM convidasse um comentador da área do PS. Mas não. Hermínio Loureiro é o único comentador político desta rádio e há cerca de quinze dias no seu programa, referiu que quer um campo de golfe no concelho. O Correio de Azeméis dá semanalmente conta desta conversa sem contraditório e, da sua edição do passado dia 15 de Janeiro, transcrevo o seguinte extracto:

 “O turismo é uma das potencialidades do nosso país, e, naturalmente, no nosso concelho. É necessário lutarmos por um desenvolvimento harmonioso e integrado”, diz. Oliveira de Azeméis foi durante muito tempo o único concelho na região a ter um hotel de quatro estrelas. O comentador político da Azeméis considera que “é preciso continuar a andar mais depressa do que os outros e, desta forma, era importante incentivar os investidores privados no sentido de criar um campo de golfe”. E justifica: “Esta é uma âncora do turismo e não pode ser considerado um desporto de elite. Há sempre uma associação directa e permanente e o turismo. O nosso país tem um clima ameno, o que proporciona que se jogue golfe todo o ano. É urgente procurar manchas no nosso concelho para construir um campo de golfe para não perdermos oportunidades”.

Campo de Golfe? Pode ser perto da A1, da A29, da Linha de Comboio, num lugar calmo mas perto de tudo, com o rio Gonde a passar pelo meio. Realmente uma infra-estrutura destas não ficava mal a Loureiro e, no local aqui documentado pelas fotos, ficaria melhor do que uma estrada e meia dúzia de prédios. O futuro é mais perto que o que parece…

 

Nota: Estas duas fotos são do mesmo local. Uma tirada junto à ponte sobre o Rio Gonde, em frente à estrada que vai para a Capela de N.ª Sr.ª da Esperança e a outra perto do Edifício da Junta de Freguesia de Loureiro.

24.01.08

O que vai mal no reino da educação nos Estados Unidos

António Silva

Alunos pagos a 8 dólares à hora para frequentarem aulas de apoio

 

Ao ler esta notícia sobre os maus estudantes dos estados Unidos da América senti-me enojado e sendo optimista por natureza, senti-me pessimista e a pensar que mais faremos para premiar a falta de estudo, a irresponsabilidade e a preguiça dos estudantes! Fico enojado com o reitor deste colégio, o qual está contente com esta falta de respeito pelo sentido da escola e não se preocupar com a educação dos alunos. Que interessa saberem fazer umas contas e umas equações se como seres humanos são uns  desprezíveis sanguessugas do sistema que por oito dólares prostituem a escola com devaneios de estudantes, que não são mais que mercenários do sistema.

Pergunto: e os bons alunos do sistema, que sempre cumpriram, que com esforço estudam! Não ganham nem um cêntimo... são uns tolos, estudam e ficam de bolsos vazios, mais vale baldarem-se às aulas, jogar computador ir namorar, que depois o reitor arranja umas aulas de apoio pagas a oito dólares e ainda ficam com dinheiro para comprarem a droga e alugarem um quarto no motel.

 Como professor isto assusta-me e deixa-me sem alento, será que em Portugal daqui a uns anos copiarão esta ideia idiota, imbecil e imoral!!!

 

23.01.08

O SIMPLES SABER TORNA-NOS TRISTES

Sérgio Cabral

Como um blog é também um espaço onde se convida à reflexão filosófica profunda, achei pertinente publicar, se seguida, um extracto do texto da Alocução que o Santo Padre Bento XVI teria pronunciado no decorrer da visita à Universidade “la Sapienza” de Roma, prevista para quinta-feira, 17 de Janeiro e cancelada na terça-feira anterior. Belíssimo!

 

O homem quer conhecer – quer verdade. Verdade é, antes de mais, uma coisa do ver, do compreender, da theoria, como lhe chama a tradição grega. Mas a verdade não é apenas teórica. Agostinho, ao procurar uma correlação entre as Bem-Aventuranças do Sermão da Montanha e os dons do Espírito mencionados em Isaías 11, afirmou uma reciprocidade entre “scientia” e “tristitia”: o simples saber, disse, torna-nos tristes. E, de facto, quem apenas vê e aprende tudo o que acontece no mundo, acaba por se tornar triste.

Mas a verdade significa mais do que saber: a consciência da verdade tem como objectivo a consciência do bem. Este é também o sentido do interrogar-se socrático: Qual é aquele bem que nos torna verdadeiros?

A verdade torna-nos bons e a bondade é verdadeira: é este o optimismo que vive na fé cristã, porque a esta foi dado conhecer a visão do Logos, da Razão criadora que, na encarnação de Deus se revelou junto com o Bem, como a própria Bondade.

 

(Texto integral disponível em http://www.zenit.org/article-17318?l=portuguese)

22.01.08

As modas: O Ateo-mariquismo

Fernando Silva

Longe vão os tempos em que saber ler, ter a 4ª classe “com distinção” e uma bicicleta modelo "YeYe Deluxo” (vulgo; pasteleira) era o “topo” da “moda” juvenil. Avançando no tempo, passamos para, o ter uma motorizada modelo “XF 17” e usar brilhantina no cabelo. Segue-se andar com a chave do carro na mäo (não era imprescindível andar com ele, bastava ter a chave), depois com um telemóvel e roupa cara. E agora? Qual é “último grito” social?  

 

Aquilo que infelizmente me vai parecendo, o “ficar bem” do momento - o último grito, é ser ateu (ou sucedâneos), e até numa versão “topo de gama”... homossexual (rabeta/ maricas). Será que ainda podemos chegar a pior?

22.01.08

Lua Cheia

Rui Luzes Cabral

Lua Cheia às 13h e 35m a 17 graus em Caranguejo. Abundância de água. Procede-se à limpeza e adubação dos pomares. Adubam-se, podam-se e limpam-se as árvores, devendo tratar-se as fruteiras de modo a dispensar-lhes os precisos cuidados preventivos contra as doenças e parasitas animais. Procede-se à trasfega do vinho, ou seja, à passagem do vinho novo de uma vasilha para outra com o fim de o separar do seu depósito (borras) localizado no fundo da vasilha. – Por S. Vicente (22) alça a mão da semente.

 

Retirado de “O SERINGADOR”

21.01.08

“Manifesto por um mundo livre de armas nucleares”

Rui Luzes Cabral

George P. Shultz (Secretário de Estado dos EUA entre 1982 e 1989), William J. Perry (Secretário da Defesa dos EUA entre 1994 e 1997), A. Kissinger (Secretário de Estado dos EUA entre 1973 e 1977) e Sam Nunn (antigo presidente do comité das Forças Armadas do Senado dos EUA) escreveram um texto conjunto no Wall Street Journal (15–01–2008) denominado “Manifesto por um mundo livre de armas nucleares” e publicado em Portugal pelo Público (P2, pág. 9) de 20 de Janeiro. O título diz tudo e estas quatro figuras dão corpo a um tema cada vez mais sério na cena internacional, agora que o Paquistão (detentor de armas nucleares) corre o risco de uma fragmentação política.

Num artigo recente aqui no lavoura, alertei para a estupidez de Gordon Brown (primeiro-ministro britânico) insistir no nuclear para a produção de energia e venho agora divulgar o texto referido por considerar realmente que o Homem, com este tipo de tecnologia, pode estar vertiginosamente a procurar a sua auto-destruição.

Era bom que os governantes de todo o mundo se empenhassem a sério no desarmamento do nuclear e que a ONU chefiasse essa batalha. Estarão as novas gerações políticas empenhadas e disponíveis para abrir mão destas armas? Espero que sim, embora tenha dificuldade em acreditar que assim seja, pelo menos a curto ou médio prazo.

Estas quatro personalidades da cena política dos EUA, terminam o artigo escrevendo que “o objectivo de um mundo sem armas nucleares é como o topo de uma montanha muito alta. Do ponto onde nos encontramos, neste mundo conturbado de hoje, nem sequer conseguimos ver o cume da montanha, e é tentador e cómodo dizer que não vamos ser capazes de a atingir. Mas os riscos de continuar a descer a montanha ou de ficar no mesmo sítio e resistir a todas as mudanças são demasiado reais para poderem ser ignorados. Temos pelo menos de definir um rumo para um ponto mais acima, na esperança de que aí o topo da montanha já nos apareça à vista.”

Será que algum dia as armas nucleares só poderão ser vistas em museu?

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