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lavoura

Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

20.11.06

Foi-se o milho vem a erva

Rui Luzes Cabral

Fechados que estão os silos de milho, chegou a vez dos nossos campos voltar a recuperar o verde característico desta época do ano. Mais uma vez, depois de gradada, foram lançadas à terra as sementes do azevém , continuando assim a harmoniosa relação dos lavradores com ela. Apesar de não haver perspectivas do aumento do preço do leite ou de qualquer tipo de incremento no rendimento destes, estes mantêm-se fies ao seu lavor sem convocar greves e sem grandes alaridos. O mais triste no meio disto tudo e que ninguém lhes dá cobertura nem protagonismo, ainda que eles o quisessem. Não estendo como é que, por vezes, nos meios de comunicação social se pode dar tanta importância a certos colectivos, como os quadros médios e superiores da função pública, a reclamar aumentos baixos em salários superiores a três, quatro, cinco ou dez salários mínimos, e ninguém se interesse pela agonia, lenta mas imparável da lavoura. Um blog chamado lavoura, tem que ser a voz desta gente. Não quero um Loureiro industrial com os campos “a monte” e atormentado pelas deslocalizações de empresas e pela precariedade laboral. A lavoura tem que ser uma alternativa de desenvolvimento para o nosso meio. No nosso brasão há um ferro de enxada, deixar morrer a lavoura é deixar morrer parte da nossa identidade.

Fernando M. Silva

18.11.06

Quando Começa a Vida Humana…

Rui Luzes Cabral

Agora com a discussão em torno do novo referendo ao Aborto, surge novamente o debate público, que é salutar, embora a questão discutida seja a meu ver demasiado importante para se reduzir a um referendo ou a uma lei saída da Assembleia da República.

 

Mas o que aqui quero expressar hoje não tem a ver com isso directamente. O que me indigna é ouvir da boca de muitos “especialistas” e “cientistas” que não é consensual o momento da criação ou surgimento primeiro da vida humana. Ou eu sou muito burro ou muito inteligente, pois não consigo perceber que pessoas à partida tão estudadas e tão cultas, possam ainda, no século XXI, ter dúvidas deste género.

 

Não estranho que daqui a uns anos, em tempos mais “modernos”, a discussão passe a ser neste caso ainda mais subjectiva, ou seja, se se pode considerar um ser humano quando ainda está no ventre materno ou só ao nascimento. Outros talvez ainda, num outro futuro possam também defender que nessa altura (do nascimento) a “coisa” ainda não tem entendimento, não fala, não ri, não come, não caminha e, por isso, ainda não poderá ser considerada ser humano. Será que vamos chegar a esse tempo, a essa estupidez, a esse retrocesso da mentalidade humana…

 

Não brinquem comigo…

05.11.06

31/10/1967 Halloween em Loureiro???

Rui Luzes Cabral

Cada vez mais se houve falar no dia das bruxas (halloween), "tradição" que tem vindo a ser incutida nas crianças e adolescentes através do estudo da língua inglesa. No meu tempo (quando por lá passei, 7º, 8º e 9º ano) mal se falava no halloween, ainda era uma coisa nova que poucos sabiam o que realmente era. Hoje em dia é mais um motivo para um dia de brincadeira nas escolas e como se ainda não bastasse, há que tirar uns trocos (contos) dos mealheiros (carteiras dos pais) para comprar umas fatiotas nas lojas da especialidade (chinocas).

 

Depois de ir tomar café na quarta-feira (01/11/2006), fiquei a perceber afinal quem é que trouxe a tradição do Halloween para Loureiro: Pelos vistos foi um tal Imigrante datado de 1967, que hoje em dia passa os tristes dias sentado no centro do largo de Alumieira.

 

O nosso Imigrante antes das obras (rotunda) passava os dias sentado à sombra de um pinheiro, agora passa os dias desprotegido de tudo e de todos, mas conseguiu resistir ao tufão que abalou a vila no mês passado.

 

Afinal as bruxas não são assim tão más: colocaram-lhe um capote branco à semelhança do Zorro (que era preto). Verdade seja diga: até ficou mais "jeitoso" pelo menos passa menos despercebido até que um dia um funcionário da junta o desproteja novamente!

Carlos Marques

 

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