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lavoura

Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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31.10.06

Será motivo para realizar uma tese???

Rui Luzes Cabral

Este fim semana (sábado à noite) enquanto tomava café e trocava dois dedos de conversa com alguns amigos e amigas fiquei surpreendido, tal como as pessoas que me acompanhavam, com uma expressão que apareceu durante a amena cavaqueira, em “jeito de tese”!!! Não se falava nada de mais, apenas se comentava o facto de os homens terem a tendência de engordar após o casamento, ou da união de facto no caso do tipo da Cova do Lobo!... Mais um bocadinho de celulite para aqui mais um bocadinho de massa muscular para ali, lá se iam encontrando os resultados de tal formosura….

A determinada altura e para nosso espanto uma amiga (jovem solteira e por sinal boa rapariga) diz o seguinte: “ OH não se importem, é da maneira que elas têm mais área de prazer”.

Tal como dizia o já saudoso Fernando Pessa, “E ESTA HEIM?”, já tinham ouvido falar em tal coisa AREA DE PRAZER.

Agora só falta pedir que me definam melhor o que é AREA DE PRAZER!!!

 

Até à próxima.    

                                               Carlos Marques

 

                                                                                                                

27.10.06

"Na cova do lobo não há ateus"

Rui Luzes Cabral

Ontem ao ver o programa da RTP1, “Um Contra Todos” o candidato ao apresentar-se, referiu que vivia em união de facto há cerca de 4 anos e que estudava Direito (3.º ano) na Universidade Católica. Achei esquisita esta união, mas de facto ele deve pagar a propina…

 

Também ontem, mas no programa “A Grande Entrevista” o convidado foi o escritor António Lobo Antunes. Ás tantas citou um provérbio Húngaro quando a Judite de Sousa lhe perguntou se era crente: “Na cova do lobo não há ateus". Excelente!

                                                                                                                                                        

18.10.06

Tornado em Loureiro

Rui Luzes Cabral

Não há memória de um tornado tão forte como o de hoje (18 de Outubro de 2006), em Loureiro. Telhas levantadas e partidas, estruturas metálicas dobradas, árvores e postes no chão. Alguns animais de vacarias morreram. Todos os esforços concentram-se agora na reconstrução. Veja em loureiron-line.net as fotos dos danos causados.

09.10.06

Autárquicas 2005 foram há um ano

Rui Luzes Cabral

Há precisamente um ano, as populações de Portugal votavam nos seus candidatos preferidos para um novo mandato autárquico. Para a Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis e para a Junta de Freguesia de Loureiro não mudou nada de relevante pois a cor politica repete-se no poder desde 1976 e assim continuou. Os eleitores assim decidem e a democracia assim funciona.

 

Gostaria que esta data servisse para se fazer um balanço deste primeiro ano. Tanto para os eleitos da maioria no executivo e Assembleia de Freguesia de Loureiro, como para os três elementos que o Partido Socialista elegeu.

 

Vamos ao debate de ideias…

  

09.10.06

A nova leia das finanças locais

Rui Luzes Cabral

Andam para aí muitos aflitos. Os presidentes de Câmara, de Junta, os partidos da oposição e o Sr. Alberto João Jardim. A Associação Nacional de Municípios Portugueses até já ameaçou o Governo, dizendo que alguns serviços poderiam sofrer com isso, nomeadamente os relacionados com forças de segurança e serviços escolares. É espantoso não se terem lembrado de algumas empresas municipais criadas para abrir vagas para meia-dúzia de gestores “amigos” ou dos assessores e vice-assessores dos Srs. Presidentes, dos Srs. Vereadores e por aí adiante. E os carros com motoristas em muitos serviços completamente desproporcionados ou as festas e festinhas onde são gastos milhares de euros, assim como os custos da publicidade para propagandearem as obras feitas e as que estão a ser realizadas. Nada disto foi lembrado. Também não se lembraram da aberração de alguns subsídios a clubes de futebol e a associações que nada ou pouco fazem. Não se lembraram das ligações ruinosas que muitos municípios mantêm com os “barões” da construção civil. Quanto a Oliveira de Azeméis, espero não ouvir uma palavra de desconforto por esta nova lei, por duas razões. Uma é que ao que tudo indica ela até nos favorece, a outra é que quem corta em 42,50 % nas transferências para as Juntas de Freguesia em 2005 não tem autoridade moral para reclamar junto do Governo. E esta mensagem é válida tanto para o nosso executivo camarário como para os seus mais fiéis seguidores, que ainda os há. Em Loureiro quando os Membros do PS na Assembleia de Freguesia, apresentaram em 27 Junho passado, uma Moção a protestar contra estes cortes de 42,50 % da Câmara para as Juntas de Freguesia do Concelho, o PSD votou contra. Agora o que dirá, o que fará. Se calhar por ser o PS a exercer os cortes já mudaram de opinião. A ver vamos…

02.10.06

AS NOSSAS FESTAS E ROMARIAS

Rui Luzes Cabral

Já várias pessoas se têm referido ao facto de cada vez mais, em Loureiro, não existir um interesse efectivo pela participação nas nossas festas em honra dos diversos Santos, festejados na paróquia. Não vou estar aqui a teorizar em profundidade sobre as razões pelas quais isso sucede, aplaudindo os resistentes e organizadores actuais dos eventos ou recriminando os que há anos se afastaram de participar.

Excluindo deste rol, o “Arraial da Páscoa”, as restantes manifestações, dividem-se na celebração religiosa e na festa pagã, chamemos-lhe assim. Apesar de as duas se complementarem no plano festivo, pouco ou nada as une em outros planos. Uma pode alimentar o espírito, a outra diverte, simplesmente.

 

Presentemente e, cada vez mais, talvez se assista em certas sociedades a uma maior uniformização da vivência diária dos povos. Há anos atrás, na aldeia, na vila e até mesmo na cidade, com as festas pagãs, com as celebrações religiosas e com as festas mistas (pagãs e religiosas), eram decerto maiores as “quebras” no dia-a-dia das pessoas. Não querendo fazer uma análise redutora da actual realidade, hoje a grande festa (se é que existe e tem para os povos essa real importância) vive-se de outra forma, talvez no Shopping ou pura e simplesmente não existe. E quando não existe as famílias vivem cada vez mais enclausuradas entre o trabalho versus casa, não conhecendo, ou melhor dizendo, não vivendo em comunidade com os restantes vizinhos do prédio que habitam. É a sociedade a mudar, à procura de novas distracções, de novos conceitos de família, de novas “felicidades”.

 

Nesse sentido e, porque o Homem no presente (não quer dizer que o continue a ser no futuro) é cada vez mais individualista, a maioria das nossas festas tradicionais “de aldeia” têm perdido terreno. Umas por falta dos motivos apresentados, outras também pela falta de qualidade e de programas menos bem conseguidos.

 

Sendo assim, porque não intercalar as festividades, não lhes dando corpo anualmente, mas sim, de forma cíclica rodando pelos respectivos festejos, isto claro está, a parte pagã, pois a religiosa não tem custos, não envolve logística, comissões e angariadores de donativos. A celebração religiosa, incluindo as procissões manter-se-ia anualmente a alimentar a fé de quem a sente e alimenta.

 

Quanto à parte pagã, num ano realizava-se a festa em honra de N.ª Sr.ª de Alumieira, noutro ano o S. João e assim sucessivamente. A freguesia contribuía só para uma, os grupos seriam de maior qualidade, e o bairrismo de cada lugar acentuar-se-ia positivamente.

 

Os loureirenses deverão seriamente pensar nisto e, sei que não sou o único a ter esta opinião para que a matriz da nossa cultura local não ceda e se vá afundando lentamente no esquecimento. O exemplo recente do que foi a festa de N.ª Sr.ª de Alumieira é disso exemplo. Saúdo daqui as senhoras que abraçaram a causa desesperadamente para manter viva a tradição mas esta não é seguramente a forma mais certa, a meu ver, para perpetuar no tempo as nossas ricas festividades, caso o queiramos fazer. Pensemos então e digamos de nossa justiça o que melhor nos servirá. Os jovens terão uma palavra a dizer. Loureiro também conta com eles para a preservação da sua identidade.

 

(A publicar também no Notícias de Loureiro deste mês).

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