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Hoje no Jornal Público, suplemento P2, página 4 e 5 chega até nós a história, em jeito de conversa, de Lúcio Flávio Pinto, um brasileiro que vive junto à Amazónia, em Belém do Pará e que há anos luta com coragem para defender aquela terra. Tem uma quinzenal, o Jornal Pessoal que vai fazer 24 anos - http://www.lucioflaviopinto.com.br. Um homem que vive onde um dia esteve o loureirense D. Frei Caetano Brandão (existe uma estátua deste nosso prelado numa praça de Belém). Um homem que considera o livro “A Selva” de Ferreira de Castro um dos maiores no género da prosa.

“O meu poeta do coração é Drummond. Mas a Invenção de Orfeu, de Jorge de Lima, é o maior livro de poesia do Brasil.” E poetas da Amazónia? “Max Martins é o maior”. Prosa? “Haroldo Maranhão; Dalcício Jurandir, Milton Hatoun, Ferreira de Castro… A Selva é um grande livro da literatura mundial”. Nunca será de mais dizê-lo, e Lúcio destaca-o sem qualquer problema de distinguir um português, vários aliás. O livro “mais deslumbrante sobre a Amazónia”, diz, é o do Padre João Daniel O Tesouro Descoberto no Máximo Rio Amazonas, escrito no século XVIII.”

Já contactei Lúcio Flávio Pinto para trocarmos informações sobre os dois oliveirenses acima referidos, pois são nestes acasos e nesta partilha que aumentamos o nosso conhecimento dos nossos antepassados, da nossa cultura. Espero resposta...

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publicado às 16:24



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