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Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da Cooperativa Eléctrica de Loureiro CRLTendo em consideração que a última Assembleia foi realizada sem que houvesse algum controlo ou a possibilidade de controlar a qualidade dos participantes na mesma venho, por este meio, informar o meu propósito de denunciar a V.ª Ex.ª, desde logo, um vício de fundo, insanável, cuja consequência é a nulidade, logo a ilegalidade da Assembleia, pois é condição essencial controlar a qualidade dos participantes, os quais terão que ser obrigatoriamente cooperantes, o que não se verificou.Nesse sentido venho impugnar essa Assembleia, por ilegal, e solicitar, como é da sua competência, a convocação de nova Assembleia, cujo escrutínio e qualidade dos participantes preencha os requisitos mínimos legais, tendo sempre presente que é minha firme pretensão, garantir a transparência e o bom nome da nossa Cooperativa, transmitindo-lhe com tal atitude, a autoridade e reconhecimento que a mesma merece.Caso no prazo de oito dias não seja tomada decisão, de acordo com a gravidade do assunto, ver-me-ei forçado a recorrer nos termos da Lei, conforme prevê o n.º 8 do Art.º 42.º da Lei n.º 51/96 de 7 de Setembro, à via Judicial. Com os melhores cumprimentos.

Loureiro, 21 de Março de 2007
Davide Oliveira Cabral

Nota I: Carta acima transcrita, vinda a público pelo jornal "Correio de Azeméis" de 27 de Março

Nota II: Afinal parece que só estamos no intervalo do "jogo"...

 

 

 

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publicado às 18:59


1 comentário

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De Anónimo a 30.03.2007 às 19:55

Grande luta por um lugar na Cooperativa. Para o Orfeão de Loureiro parece que não existem tantos candidatos...

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