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lavoura

Este blog é um espaço de debate e partilha de opiniões. Não te esqueças que o sustento do Homem provém da lavoura. Lança a semente, cultiva-a, ela te saciará...

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A extrema injustiça em forma de lei

 

A imoralidade de uma exigência que desde sempre aconteceu e agora é alvo de reforço no Orçamento de Estado para 2009 com medidas ainda mais punitivas para, a meu ver, quem não cometeu ilegalidade alguma.
A grande parte do tecido empresarial português assenta nas PME’S, aquelas que têm mais dificuldades para receber o que têm direito e pagar as suas obrigações. Apertando mais esse “sufoco” do pagamento do IVA sem recebimento da respectiva factura que o taxa, em vez de ajudar, facilitando o crescimento económico e com isso diminuindo o desemprego, encaminha muitas para a falência ou para manigâncias desnecessárias. Ainda para mais, quando em muitas situações é o Estado a cobrar o valor de uma factura que ainda não foi liquidada pelo próprio Estado. É como que alguém estar a pagar a renda de uma casa sem assinar contrato e sem lá viver.
Porque é que não se muda a taxação do IVA da factura para o recibo como acontece em alguns países?
Um partido socialista deveria ser sensível a estas questões. Não é ao Estado enquanto máquina burocrática e legisladora que as normas ou leis devem servir. É aos cidadãos que o compõem.
Imagem: Notícia PÚBLICO de ontem, pág. 30

Parece que é mau "distribuir a riqueza"

Republicanos acusam Barack Obama de ser Socialista e de querer “distribuir a riqueza.”

 
Comentário I: Parece que nos EUA é tão negativo ser socialista como no Iraque ou no Irão ser Cristão.
 

Comentário II: Então “distribuir a riqueza” é algo assim tão chocante e inadmissível que assuste algumas pessoas? Eu sempre pensei que sustentar políticas que não diminuam a pobreza é que é de temer...

Minas do Rei Salomão

"Eça de Queirós assinou a versão portuguesa de um romance britânico sobre este intrigante tema

Arqueólogos norte-americanos crêem que um local desértico do Sul da Jordânia, Khirbat en Nahas ("ruínas de cobre", em árabe), poderá conter as há muito procuradas minas do rei Salomão, sobre as quais o britânico Sir H. Rider Haggard escreveu em 1885 um romance que viria a ser traduzido e adaptado para português por Eça de Queirós; e por seis vezes transposto para o cinema. As descobertas ultimamente feitas sob a direcção de Thomas Levy, da Universidade da Califórnia, em San Diego, foram esta semana reveladas pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Os investigadores, utilizando técnicas de datação por carbono, conseguiram chegar à conclusão de que ali se produzia cobre no tempo de Salomão, terceiro rei de Israel, no século X antes de Cristo, quando se ergueu o primeiro templo do antigo judaísmo, templo esse que viria a ser destruído pelos babilónios, povo que viveu no território do actual Iraque. Kirbat en Nahas fica a sul do mar Morto, no Wadi (distrito) Faynan do deserto jordano, e já em 2004 estudiosos britânicos tinham falado das concentrações do elemento químico rádon nas antigas minas de cobre que na região eram pela lenda associadas ao rei Salomão, pelo que o que actualmente está a ser publicado nos Estados Unidos poderá, ao fim e ao cabo, não ser assim uma novidade tão grande quanto à primeira vista parece.

Aliás, os recursos de cobre daquela região já eram conhecidos por assírios, egípcios e romanos, julgando-se que por ali existiu a cidade de Phaino (de onde o actual nome de Faynan), tristemente famosa na Antiguidade Clássica pelas terríveis condições de vida dos prisioneiros e dos escravos condenados a trabalhar nas minas, tal como nos foi relatado cerca do ano 300 da era cristã por Eusébio, bispo de Cesareia e precursor da História do Cristianismo.

A Bíblia não fala especificamente de nenhumas "minas do rei Salomão", mas diz que os minérios para a construção do Templo eram da região de Asiongaber, na extremidade setentrional do golfo de Aqaba; o que ao fim e ao cabo não deixa de ir parar ao Sudoeste da actual Jordânia." 
Artigo de Jorge Heitor, hoje no Jornal Público

REPENSAR A ESQUERDA

"Eis a que nos conduz o espírito do tempo, se queremos vencer a crise e substituir o sistema. Não se trata, como sugeriu o Presidente Sarkozy, de "destruir o capitalismo financeiro e especulativo e punir os responsáveis" para "refundar outro capitalismo", ou seja: a mudança necessária para que tudo fique na mesma. Trata-se de algo mais simples e concreto: manter a economia de mercado, introduzindo-lhe regras éticas e jurídicas estritas capazes de assegurar a justiça social, numa nova ordem político-económica mundial que tenha como objectivos: erradicar a pobreza, no plano internacional, reduzir drasticamente as desigualdades, encerrar os paraísos fiscais, centros principais de especulação, punindo os traficantes e os especuladores financeiros e voltando aos valores éticos. Reforço do Estado, das instituições internacionais (começando pelas herdadas de Bretton Woods, o FMI e o Banco Mundial, que devem ser integradas na ONU, bem como a Organização Mundial do Comércio)." Extracto do artigo de Mário Soares, hoje no DN, que pode ler aqui

Mais vale tarde que nunca

Allan Greenspan, ex-presidente da Reserva Federal Norte-americana, reconheceu agora que andou enganado toda a vida por ter acreditado que a economia de mercado não precisaria de regulação dos Estados para funcionar correctamente.

 

Como é que é possível alguém acreditar em tal coisa, sabendo-se ao mesmo tempo como age e pensa o ser humano? Eu nunca acreditei nisso, por isso sou de esquerda, daquela que não acredita nisso.

Vamos referendar a morte?

"O que está em causa não é o médico promover a morte dos doentes terminais - é tratar as dores que tenham Ciclicamente, os políticos, ou quem serve os objectivos dos políticos no poder, ressuscitam a "questão" da eutanásia como uma grande questão nacional, a carecer, pasme-se, de ser referendada pelo povo português. É preciso perguntar aos portugueses, em referendo, se eles querem ser mortos pelos médicos! A possibilidade de um médico matar um doente que lhe pede para ser morto é, exclusivamente, uma questão da prática clínica dos médicos." Leia o artigo completo de Daniel Serrão aqui

O Olhar

Quando olho
E estou consciente desse acto
Profundo, porventura…
Surgem no pensamento sensações
Ilusões
Alguns dirão mesmo, palpitações
 
Quando esse olhar
Se expande no horizonte
E me torna mais confiante
Pareço estar diante do mar
Não a contemplar
Mas a saborear e a confrontar
 
Parece um jogo
Uma tentativa de descodificar,
O que produzo na imaginação?
O que quero perceber?
Ou a mais pura certeza da verdadeira sensação?
 
Quando olho
E quando esse olhar
É além de mistério
Uma energia
E uma histeria…
 
Olhares compenetrados
Intensos
Que procuram respostas
Que emitem sinais
Ocasionais
 
Olhares únicos
Que não voltam
Que se esquecem
E não se aquecem, às vezes…
 
Olhar esses olhares
É como que sentir esse desejo
Do despir
Do procurar
É entrar noutro “mundo”
É brincar e acreditar que é simplesmente o olhar
 
O simples olhar
Esse do desejo de conquistar
Era e será sempre o olhar
Que todos compreendem
Que todos querem decifrar.

 

23 de Outubro de 2008
23:40

Alguns Católicos não gostaram do sketche

«Louvado sejas, ó Magalhães» é o nome do sketche dos Gato Fedorento que bateu o recorde de queixas na Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Segundo fonte da ERC confirmou ao PortugalDiário, chegaram até ao momento «quase 70» reclamações de católicos descontentes com a associação da missa ao computador. Veja a notícia completa em diário iol.pt 

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